[Bomba] 85% das Vítimas dos Surtos Recentes de Sarampo Já Tinham Recebido a Vacina!

A grande mídia está vertiginosamente engada em uma orgia política de massas sobre o sarampo após o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC) informar que a doença está se espalhando, supostamente em grande parte devido aos viajantes estrangeiros e aos não vacinado. Mas um deslize recente da KYW Newsradio 1060 na Filadélfia revelou que 85 por cento dos casos de sarampo relatados estão de fato ocorrendo em pessoas que já receberam as vacinas.
Catherine J. Frompovich do Activist Post diz que ouviu deixarem escapar a estatística durante um programa recente da KYW 1060, apenas para descobrir que não existe mais qualquer vestígio dela no site de notícias ou em quaisquer transmissões posteriores. Mas a declaração, como ela lembra ele, foi algo do tipo:
Este que é o maior surto de todos os tempos de sarampo na Califórnia desde o sarampo foi ‘erradicado’, devido às vacinas e vacinações, deixou as autoridades de saúde locais perplexas, porque 85 por cento dos que contrairam o sarampo tinham sido totalmente vacinados“.
Frompovich ficou tão surpresa com essa declaração, especialmente porque aparentemente contradiz os dados oficiais do CDC, que ela teve que contar para todos. No entanto, não é de surpreender, visto os surtos anteriores semelhantes, incluindo um grande surto em Nova York, onde 20 pessoas ficaram doentes com sarampo. Destas pessoas, 18, ou 90 por cento, já haviam sido vacinadas contra o sarampo, o que subsidia o valor de 85 por cento admitido pela rádior KYW 1060.
De acordo com o Departamento de Saúde do Estado de Nova York, duas das 20 pessoas infectadas em um recente surto de sarampo em Nova York foram crianças que não tinham sido vacinados por escolha do seu pai“, admite Comcast SportsNet Philadelphia, sugerindo que estas dois crianças não vacinadas foram de alguma forma a causa do surto. No entanto, nenhuma menção é feita da anomalia gritante que 90 por cento das crianças que deveriam ter sido protegidas pela vacina, de fato, não foram protegidas.

Vacinas propagam da doença, e não pessoas não vacinadas

E, no entanto, estes e outros fatos inconvenientes estão faltando nos últimos relatos da mídia sobre os surtos de sarampo, que enganosamente insinuam que as crianças não vacinadas estão espalhando a doença. Na maioria dos casos que envolvem não só surtos de sarampo, mas também a coqueluche (pertussis) e outras doenças infecciosas, é a vacinação, que é responsáveis ​​tanto por pegar como por propagar a doença.
Em todo e qualquer relato de casos de doença infecciosas, deve ser obrigatório ao HHS/CDC, além das autoridades de saúde estaduais e municipais, relatarem o seguinte: (a) se o indivíduo foi vacinado, (b) o(s) tipo(s) de vacina(s), e (c) as datas de vacinação, uma vez que algumas doenças infecciosas podem ser causadas por aquilo que é conhecido como ‘shedding’“, escreveu Frompovich.
Shedding, claro, refere-se à ocorrência comum de crianças vacinadas transportando por aí vírus vivos e expondo outras pessoas a eles durante os primeiros dias após a vacinação. A combinação de sarampo, caxumba e rubéola (vacina MMR), por exemplo, tem um período recomendado de três meses de espera em mulheres grávidas, pois a vacina pode espalhar os vírus vivos para bebês em gestação ainda no útero.
Um estudo realizado nos EUA pela Food and Drug Administration (FDA), publicado nos Anais do jornal da National Academy of Sciences (PNAS) descobriram que um germe associado com a coqueluche persistiu em babuínos vacinados em uma média de até 35 dias após a vacinação com o a vacina acelular, e 18 dias com a vacina de células inteiras.
Quando colocado ao lado de outros babuínos não expostos ao germe, se descobriu que os babuínos vacinados transmitiram (shedding) o vírus e infectaram os outros babuínos, ilustrando claramente que as vacinas – e não pessoas vacinadas – espalharam a doença. espalhou.




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O que é ‘Transtorno do Espectro de Vacinas’ e Por que é Chamado de Autismo?

O Transtorno do Espectro de Vacinas (VSD) é o as transtorno que algumas crianças adquirem ao receberem muitas vacinas muito próximas uma das outras, muitas das quais são combinações de vírus, bactérias e adjuvantes tóxicos. A VSD é propositadamente mal diagnosticada e renomeada como transtorno do espectro do autismo, para que a indústria de vacinas possa continuar com seu regime tóxico que cria clientes para a vida inteira. O calendário vacinal que está levando a uma ampla gama de distúrbios e “espectros” é apenas uma palavra farmacêutica para evitar com que o público olhe diretamente para o problema real, o qual é que nós estamos injetando toxinas no tecido muscular, incluindo alumínio e mercúrio, inúmeras vezes durante os primeiros seis anos de vida de uma criança.
Transtorno do Espectro Vacina está varrendo a nação
Alguns bebês, assim que entram no nosso mundo, recebem vacinas tóxicas que contêm MSG (Glutamato Monossódico) e formaldeído destinados a invocar uma resposta imune, mas, em vez disso, basicamente todo o sistema nervoso do bebê entra em choque. Hoje, o DNA é alterado em laboratórios e misturado com bactérias, vírus vivos, albumina humana e produtos químicos utilizados para embalsamar os mortos, antes de ser injetado até 30 vezes em crianças antes de atingirem a idade de sete anos. 
O complexo industrial médico o chama de um grande transtorno de”espectro”, para que ela possa ser tratada com medicamentos (mais produtos químicos) que nunca curam a criança e, muito provavelmente, criam mais malefícios à saúde.
Os golpes mais comuns
Vacina com vírus vivos de Sarampo: (Attenuvax) Duas injeções são dadas; uma com um ano de idade e outra aos quatro anos de idade. Contém gelatina, sorbitol, cloreto de sódio, soro bovino fetal, proteína do ovo e albumina humana.
Vacina com vírus vivos de Sarampo e Caxumba: (MM-Rvax) injetado em bebês de um ano de idade. Contém gelatina, sorbitol, cloreto de sódio, soro bovino fetal e albumina humana.
Vacina contra Tétano, Difteria e Poliomielite: Cinco injeções dadas entre as idades de dois e seis anos, além de reforços “recomendados” a cada 10 anos. Contém formaldeído e fosfato de alumínio.
DTaP, IPV, HBV e Hib: (difteria, tétano, poliomielite, hepatite B e Haemophilus influenza tipo B) Dada a crianças de dois meses à 12 meses, com reforços em menos de um ano depois. Contém formaldeído e soro bovino fetal.
Vacina Gardasil contra o HPV: (Papilomavírus Humano). Administrado a crianças a partir dos nove para uma doença rara, transmitida sexualmente. Contém uma forma enfraquecida do vírus.
Vacinas contra a gripe: CDC aconselha para não tomar mais de UMA vacina contra a gripe em toda a vida.
O espectro de ingredientes de vacinas tóxicas
Timerosal: O neurotóxico mercúrio que causa o autismo. Existem 25mcg em uma vacina contra a gripe média, embora o limite de segurança da EPA seja de 5 microgramas. Isso é 10 vezes o limite de segurança de uma vez!
Fosfato de alumínio: Aumenta a toxicidade do mercúrio.
Soro bovino fetal: Extraído da pele de vaca. Uma causa da artrite e lúpus.
Sorbitol: Um adoçante sintético que causa problemas gastrointestinais.
Gelatina: Derivado de colágeno da pele e ossos de animais e podem conter BSE, que é doença da vaca louca!
Cloreto de Sódio: Aumenta a pressão arterial.
Proteína de ovo: Pode conter hormônios de crescimento, antibióticos e salmonela.
Albumina humana: Proteína do sangue obtida a partir da mistura de plasma venoso humano, que pode conter doenças.
Formaldeído: Fluido carcinogênico usado para embalsamar os mortos.
MSG: Glutamato monossódico, quando injetado torna-se uma neurotoxina, causando distúrbio do SNC e dano ao cérebro.
Uma em cada 68 crianças tem uma forma do espectro. Questionar as toxinas em vacinas é a primeira ordem do negócio. Você tem VSD? Contacte o seu médico naturopata local. Afinal de contas, há médicos por aí que não acreditam em toxinas injetáveis a fim de construir a imunidade.

Fontes:
– Natural News: What is ‘vaccine spectrum disorder’ and why is it called autism?
– Institute for Vaccine Safety: Components of MMR Vaccine
– Natural News: Merck vaccine scientist Dr. Maurice Hilleman admitted presence of SV40, AIDS and cancer viruses in vaccines
– No Vaccine: Vaccine Ineffectiveness
– Vaccinate your baby
– Natural News: Autism now costs U.S. over $236 billion per year– Natural News: Health Basics: The 11 most toxic vaccine ingredients and their side effects

Leia mais: http://www.noticiasnaturais.com/2014/06/o-que-e-transtorno-do-espectro-de-vacinas-e-por-que-e-chamado-de-autismo/#ixzz4NI0IE2W0

Vacina Contra HPV Pode Causar Cegueira

A vacina contra HPV, diferentemente da suposta segurança declarada pela indústria das vacinas e o governo, pode causar graves efeitos colateraias, inclusive a cegueira. Mostramos um caso específico semanas atrás, neste post apresentamos estudos e dados estatísticos que confirmam a relação entre a vacina HPV e a cegueira.
No post “[VIDEO] Menina de 12 Anos no Ceará Fica Cega Após Tomar Vacina Contra HPV“, vimos o caso da menina Isadora de 12 anos que perdeu a visão após tomar a vacina contra o HPV. As autoridades da saúde, locais e regionais, negaram a relação entre a vacina e a cegueira da menina, e resolvi fazer minha própria investigação, coisa que seria obrigação destas chamadas “autoridades” e “especialistas”.
Ao contrário do que se afirma no vídeo, o efeito da cegueira após a vacina contra o HPV não é novo, e já foi relatado no exterior.
A Woman’s Health Magazine, uma revista sobre saúde da mulher, em uma matéria intitulada “A Vacina HPV: Riscos vs Benefícios“, informa: “Mas milhares de mulheres também relataram problemas mais preocupantes, incluindo fadiga incapacitante, paralisia, cegueira ou complicações auto-imunes, e algumas até morreram, de acordo com dados do CDC e FDA“.
De acordo com o sistema online Wonder do CDC, que faz o registro de eventos adversos relacionados com as vacinas, desde 2006 houve 129 casos de cegueira, sendo 81 cegueira total e o restante parcial ou temporáriaUm estudo de 2014 no Journal of Child Neurology (Jornal de Neurologia Infantil), intitulado “A 16-Year-Old Girl With Bilateral Visual Loss and Left Hemiparesis Following an Immunization Against Human Papilloma Virus“, cuja tradução livre seria  “Menina de 16 anos de idade com perda visual bilateral e hemiparesia esquerda após imunização contra vírus do Papiloma Humano“, informa que:
Houve apenas quatro casos de desmielinização do sistema nervoso central relatados na literatura associada a razoavelmente nova vacina tetravalente contra o vírus do papiloma humano (Gardasil) … É possível que o vírus do papiloma humano tenha sido o agente precipitante para o evento desmielinizante no paciente em particular. É tentador especular se pode haver um mecanismo imune específico iniciado com o vírus do papiloma humano ainda não identificado. Que resultou não só na encefalomielite desmielinizante aguda, mas também em um curso clínico incomum.
Um outro estudo de 2006, “CNS demyelination and quadrivalent HPV vaccination“, tradução livre de “Desmielinização do Sistema Nervoso Central e Vacinação contra HPV“, parece abrir uma possibilidade bem grande da vacina ter causado a cegueira na menina:
A vacinação é geralmente considerada segura em doentes com esclerose múltipla (MS). Relatamos cinco pacientes que apresentavam síndromes desmielinizantes multifocais ou atípicas no prazo de até 21 dias da imunização com a vacina quadrivalente contra o vírus do papiloma humano (HPV), Gardasil. Embora a população alvo para a vacinação, mulheres jovens, tenham um risco inerente alto para esclerose múltipla, a relação temporal com eventos desmielinizantes nestes casos pode ser explicada pelas propriedades imuno-estimulantes potentes de partículas semelhantes a vírus de HPV que estão contidas na vacina.
Fontes:

França Abre o Debate sobre Possíveis Danos do Alumínio da Vacina Contra o HPV

O uso de adjuvantes de alumínio em vacinas contra o HPV e os benefícios desta, serão objetos de escrutínio e debate científico aberto em 22 de maio de 2014, na França. Os interessados de ambos os lados do debate sobre a vacina terão a oportunidade de apresentar seus estudos aos membros do Parlamento Francês, ao Senado do país vizinho Espanha, às autoridades sanitárias, aos profissionais médicos e ao público.
Tudo isso é possível graças ao esforço realizado por parte da E3M, uma organização não governamental de pacientes com miofascite macrofágica (MMF) e a Parliamentary Office for Evaluation of Scientific and Technological Choice (OSTA), segundo informa o grupo de trabalho SaneVax.
A MMF é uma lesão com presença de sinais de alumínio observada no lugar em que a pessoa recebeu previamente uma vacina que contem alumínio (uma espécie de “tatuagem” residual que a vacina deixa).
O alumínio está presente em muitas vacinas em forma de hidróxidofosfato ou de fosfohidróxido. Os coadjuvantes estão presentes em vacinas para aumentar o efeito imunológico e, em alguns, para assegurar a efetividade.
Alguns pesquisadores informaram sobre diversas reações adversas provocadas por vacinas que contem alumínio, entre elas: reações no local da injeção com enrijecimento, abcessos estéreis, nódulos subcutâneos, inflamação granulomatosa e eritema, assim como síndrome progressiva denominada miofascite macrofágica que comentamos e que está caracterizada pela perda de massa muscular e exaustão.
Depois de vários ensaios em crianças menores, as vacinas com hidróxido de alumínio causaram mais eritema e enrijecimento que as vacinas sem adjuvantes (sem alumínio) 1.
Parece que o governo francês se importa suficientemente com a saúde e o bem estar de seus cidadãos como ouvir ambas as partes em um debate aberto sobre a vacina contra o papilomavírus humano (HPV), o mesmo “debate” que os demais funcionários de saúde do governo de outros países afirmam que não existe, entre eles a Espanha e o Brasil.
Os funcionários do governo francês estão dispostos a ouvir as vítimas que tem sofrido reações adversas após a vacinação; Eles estão dispostas a ouvir os cientistas e os profissionais médicos que tem conduzido a investigações para averiguar por que algumas pessoas são propensa a experimentar reações adversas após receber esta e outras vacinas.
A França está abrindo o caminho para a segurança das vacinas. Os governos de outros países escutam as pessoas afetadas pela vacina? Os governos de outros países patrocinam um debate científico aberto?
Como explica Alicia Capilla, presidente da Asociación de Afectadas por la Vacuna del Papiloma (AAVP):
Esperamos que nosso governo também atenda nossas petições e já que no prazo de dois meses a AAVP solicitou uma reunião urgente com o Ministério da Saúde. A primeira foi negada, a segunda petição, todavia, ainda não nos responderam.
Isso ocorre na França, como dissemos. Na Espanha, assim como no Brasil,  parece não interessar quaisquer crítica a esta vacina.


Fontes:
– Notícias Naturais: França Abre o Debate sobre Possíveis Danos do Alumínio da Vacina Contra o HPV
– Periodismo Alternativo: Francia abre el debate sobre posibles daños del aluminio de la vacuna del papiloma
– Miguel Jara: Francia abre el debate sobre posibles daños del aluminio de la vacuna del papiloma

Leia mais: http://www.noticiasnaturais.com/2014/05/franca-abre-o-debate-sobre-possiveis-danos-do-aluminio-da-vacina-contra-o-hpv/#ixzz4NHLf8eOI

Menina de 9 Anos Morre Após Vacina no Mato Grosso do Sul

Menina de 9 anos morre no Mato Grosso do Sul 2 dias após tomar a vacina pneumocócica 23 valente (contra 23 tipos de vírus  Streptococcus pneumoniae). Esta mesma vacina em 2011 foi suspensa pelo governo japonês após a morte de várias crianças em seguida da aplicação da vacina.  
Veja abaixo a matéria do Campo Grande News e em seguida o vídeo da matéria:
A família de Rebeca Schell Leal de Castro, 9 anos, ainda tenta entender o que causou a morte repentina da menina. A suspeita é de que ela tenha morrido após tomar uma vacina no Hospital Rosa Pedrossian, em Campo Grande. O corpo dela foi enterrado nesta manhã (18) no cemitério Santo Amaro.
Rebeca era filha única do vigilante Daniel Leal Peixoto de Castro e de Kátia Cristina Shell de Castro. “A gente ainda não sabe de nada, precisamos de uma explicação”, desabafou o pai na volta do cemitério.
Conforme Daniel, a filha morreu de um dia para outro após tomar a vacina pneumocócica 23 valente, utilizada para prevenção de meningite e pneumonia. “Ela tomou a vacina na sexta-feira (14) quando acordou no sábado estava com o braço todo roxo, com dor e muita febre”, conta o vigilante relatando que a vacina foi prescrita pelo médico após a filha ser submetida a uma cirurgia na Santa Casa para retirada do baço. O procedimento médico foi necessário após sequelas de um acidente sofrido pela criança.
Quando a gente viu que a minha filha estava naquela situação corremos para a Santa Casa. Quando foi de noite recebemos a notícia da morte dela”, relata Daniel.
O pai reclama que no Hospital Regional não tomaram um cuidado para aplicação da vacina. “ Simplesmente já foram aplicando. Agora só o laudo que vai sair daqui a 15 dias para eu saber o que matou a minha filha”, disse não descartando a possibilidade de erro médico.
Daniel lembra com carinho da filha. “Era uma menina muito alegre. Vivia brincando com ao amiguinhos. Minha família está destruída”, desabafou.
Ontem, o avô da menina, Celso Peres, procurou a Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) do Centro para registrar um Boletim de Ocorrência referente a morte da neta.
O Campo Grande News entrou em contado com a assessoria de imprensa da SES (Secretária Estadual de Saúde) e foi informado que o caso está sob investigação.
Notícia do Diário Digital


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Vacina Contra o HPV e Vidas Destruídas – Britânica de 13 anos Fica Com Síndrome da Fadiga Crônica

Abaixo você acompanha o relato de um pai que viu sua filha, Lucy Hinks, passar de uma saudável jovem de 13 anos a uma menina doente, com diversos problemas de saúde e dormindo 23 horas por dia,  logo após a terceira dose de sua vacina contra HPV. Com tratamentos alternativos a jovem teve uma certa melhora, mas mesmo 3 anos após os primeiros sintomas ela ainda sofre as duras consequências de uma decisão baseada em poucas informações. Logo abaixo você pode ver a matéria publicada em 2011 do G1, intitulada “Britânica dorme 23 horas por dia depois de tomar vacina contra HPV“. O relato abaixo é datado de fevereiro de 2013. Nos ajude a compartilhar o relato abaixo, isto é essencial para que outros pais e meninas não precisem passar pelos mesmos horrores que esta família.
Por Steve Hinks
Nossa filha, Lucy, contraiu sarampo na semana depois de sua vacinação tríplice viral. No fim de semana seguinte, ela foi internada em um ala de isolamento do hospital com suspeita de meningite, Algumas semanas depois, ela desenvolveu um gânglio linfático, aumentado no pescoço que persistiu até que foi removido cirurgicamente. Então, quando ela trouxe um termo de consentimento da escola para a vacinação contra o HPV, sua mãe e eu estávamos relutantes em conceder permissão para que ela tomasse a série de três doses da vacina Cervarix.
No entanto, a enfermeira da escola garantiu à minha esposa que a Cervarix era bastante segura – nada como a tríplice viral que a Lucy teve uma má experiência anteriormente. Ela ressaltou que esta vacina protegeria nossa filha de 13 anos de idade contra o câncer cervical. Que pai poderia resistir a uma oportunidade de fornecer tal rede de segurança para a sua filha?
Deixando de lado a nossa experiência negativa anterior, decidimos dar consentimento para a Lucy receber as vacinas contra o HPV. Não tínhamos ideia do quanto essa decisão afetaria nossas vidas.
Antes de receber a vacina Cervarix, Lucy era uma jovem normal, saudável, como mostra a foto à esquerda. Ela teve um excelente registro de freqüência na escola e foi uma das melhores alunas de sua turma.
Tivemos que levá-la ao médico algumas vezes depois de sua primeira e segunda injeção de Cervarix. Ela estava se sentindo cansada e apresentando sintomas semelhantes aos da gripe. Era incomum para Lucy, mas ninguém achava que seria algo para se preocupar muito.
No dia 4 de maio de 2011, Lucy recebeu sua terceira e última injeção de Cervarix. Pouco depois, ela ligou para a mãe buscá-la na escola e trazê-la para casa. Lucy disse que se sentia como se tivesse uma gripe e estava exausta. No entanto, ela se forçou para ir à escola no dia seguinte, uma vez que era época de provas. Sua mãe e eu não tínhamos ideia naquele momento que este seria o começo do fim da nossas vidas normais.
A saúde de Lucy começou a deteriorar-se rapidamente. Ela começou a ter enxaquecas persistentes, fadiga inexplicável, dores nas articulações e músculos, contusões anormais, dor abdominal, perda de memória e má circulação. Ela perdeu o apetite e começou a perder peso. Ela constantemente sentia frio. Nós a levamos para o hospital várias vezes, incluindo duas internações.
Ninguém poderia identificar a causa dos sintomas misteriosos da nossa filha. A única pista que tínhamos era do primeiro consultor pediátrico de Lucy que escreveu uma nota para seu GP afirmando:
É bem provável que isso seja uma reação à vacina contra o HPV.
No dia 4 de julho, Lucy entrou em colapso com a exaustão e teve que ser levada ao médico novamente. A esta altura, ela já havia perdido 6.3 quilos. Sua fadiga crônica tornou-se incontrolável. Lucy começou a dormir 23 horas todos os dias. Poderíamos despertá-la o suficiente para ela comer algum alimento leve ou um pouco de água, mas isso era tudo. Eu não posso contar o número de vezes que sua mãe acordou no meio da noite só para ter certeza que Lucy ainda estava respirando.
Em setembro, Lucy caiu em um sono de coma. Pelas próximas 13 semanas, ela não podia falar e nunca abriu os olhos. Encontramo-nos a viver o pior pesadelo de um pai.
O novo consultor pediátrico de Lucy acreditava que ela tinha CFS/ME (Síndrome da fadiga crônica/Encefalomielite Miálgica) extrema-grave. O tratamento padrão do NHS (o SUS britânico) para esta condição é graduada terapia de exercício (GET) e terapia de comportamento cognitivo, nenhum dos quais poderia ser feito enquanto Lucy estava dormindo,
Pouco antes do Natal de 2011, Lucy recebeu a visita do vice-diretor do maior colégio de homeopatia no Reino Unido, que prometeu tentar fazê-la melhorar. Lucy acordou no dia seguinte. Parecia um milagre – um Príncipe Encantado da vida real acordando nossa Bela Adormecida.
Sob cuidados deste homeopata, Lucy melhorou incrivelmente. Ela tornou-se capaz de alimentar-se pela primeira vez em meses. Ela pode assistir televisão ou navegar na web por curtos períodos de tempo. Depois de tantos meses de vê-la viver em outro mundo, este parece ser um milagre para sua mãe e para mim.
Sabemos que não estamos fora de perigo, mas pelo menos agora há esperança que ela vai continuar a melhorar. A perda de peso de Lucy ainda é uma grande preocupação. Ela se esforça para recuperar o que perdeu. Vimos nossa filha de 13 anos de idade mudar da garota na foto no início deste artigo, para o que você vê na foto à direita.
Ela continuou a dormir muito mais do que o normal – pelo menos quatro sonecas por dia. O consultor pediátrico de Lucy lhe contou ao nosso GP (general practicioner, ou clínico geral) que sua condição “não é ME (Encefalomielite Miálgica), mas uma reação à injeção.
Acredite ou não, esta não é a extensão das alterações a todas as nossas vidas após vacinação contra o HPV.
Durante os primeiros meses de 2012, Lucy foi obrigada a visitar um consultor psiquiátrico a cada semana. Quando vimos que isto não estava sendo útil, seus conselheiros queriam internar Lucy em uma unidade psiquiátrica segura para uma avaliação de 3-6 meses. Quando todos nós visitamos a instalação proposta, o consultor psiquiátrico sênior nos disse que este não era o lugar apropriado para Lucy. Não é preciso dizer que todos nós concordamos de coração.
Lucy continuou a melhorar tanto que começamos a planejar férias em família em junho (verão britânico). Checamos com a enfermeira, o clínico geral e o consultor médico privado de Lucy, sendo que todos concordaram que ela estava em condições de viajar e que provavelmente lhe faria algum bem. Todos concordaram, com exceção de seu consultor psiquiátrico. Poucas horas antes da partida, eles reportaram a nossa família para os serviços sociais e à polícia. Felizmente, conseguimos obter a permissão para tirar nossas férias tão necessárias, apesar da nossa partida ser adiada por várias horas, causando a todos nós estresse considerável.
Em nosso retorno, não menos que três diferentes assistentes sociais investigaram, fizeram suas avaliações e nos informaram por escrito que não havia necessidade dos serviços sociais serem envolvidos. A carta chegou em setembro.
Apesar disso, pouco antes do Natal, nós soubemos que o inquérito inicial, que começou em maio ainda estava em andamento e havia sido incluído uma série de reuniões para considerar a possibilidade de doença induzida ou fabricada. Ninguém pode imaginar a quantidade de estresse desnecessário isto criou para a nossa família. Como pode fabricação ser mesmo considerado como uma possibilidade?
Nossa filha continuar a melhorar. Ela está lentamente ganhando de volta um pouco do peso que perdeu. Em setembro, os cochilos diurnos pararam. Lucy foi até mesmo capaz de voltar à escola em regime de tempo parcial, pela primeira vez em 18 meses.
Como alguém pode pensar que possivelmente fabricamos a doença quando estamos lutando arduamente para ajudá-la a ficar melhor – com resultados obviamente bem-sucedidos?
A questão final é: nós daríamos qualquer coisa para sermos capazes de voltar atrás e mudar nossas mentes sobre a concessão de autorização para vacinação contra o HPV para nossa filha.

 Britânica dorme 23 horas por dia depois de tomar vacina contra HPV

Uma britânica de 13 anos adquiriu a síndrome da fadiga crônica depois de tomar a vacina contra o HPV (vírus do papiloma humano). O cansaço é tanto que Lucy Hinks não consegue andar, dorme 23 horas por dia e já perdeu quase 20 kg.

O HPV é um vírus sexualmente transmissível e é a principal causa de câncer de colo do útero. Por isso, garotas jovens são prioridade na imunização. Lucy recebeu a vacina na escola em que estuda, em Wigton, na Inglaterra.
Depois que recebeu as duas primeiras doses, em outubro e novembro no ano passado, ela se queixou de sintomas parecidos com os da gripe, cansaço, dores nas articulações e chegou a ser atendida por médicos várias vezes.
Mas foi só a partir de maio, quando a terceira e última dose da vacina foi aplicada, que o quadro evoluiu para a situação atual. “Inicialmente, não demos muita atenção. Foi só em julho que tivemos consciência de que algo estava muito errado”, conta a mãe, Pauline.
Ela tinha conseguido ir mancando do sofá até o banheiro. Mas, de repente, já não conseguia mais dar nenhum passo. Ela perdeu o equilíbrio, seus braços e pernas estavam falhando”, lembra a mãe.
Recebemos uma carta do consultor no hospital. Dizia que é bem possível que seja uma reação à vacina contra o HPV”, prossegue Pauline. Na infância, a menina já tinha tido reações à vacina tríplice viral.
Diariamente, Lucy acorda por volta de 9h30 para tomar café da manhã: um bolinho e frutas secas. Depois, volta para a cama. A mãe é quem faz a higiene, na cama mesmo, com uma tigela de água. Almoço e jantar são sempre comidas bem macias, que os pais servem com colheradas, porque mastigar gasta energia demais para ela.
“Eu aceito que entre todas as garotas da província da idade de Lucy, ela seja a única [a ter a reação contra a vacina]. Mas quando uma pessoa perde qualidade de vida como ela perdeu, um é um número muito alto”, lamenta a mãe.
“Não queremos lançar uma campanha. Nossa única preocupação é manter nossa filha viva”, garante Pauline.
O laboratório GlaxoSmithKline, responsável pela vacina — Cervarix –, disse que leva a sério qualquer relato sobre efeitos colaterais e que, de acordo com pesquisas do governo britânico, o saldo da vacinação é positivo.


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Três Meninas Apresentam Reação após Vacinação Contra o HPV no Estado

Pelo menos três meninas apresentaram reações à vacina contra o HPV no Estado. Segundo a Secretaria Estadual da Saúde, uma menina teve convulsão, em Veranópolis, e duas tiveram choque anafilático – reação alérgica grave -, em Porto Alegre.
A secretária Sandra Fagundes informou que as meninas foram atendidas imediatamente e agora passam bem, mas continuam sendo acompanhadas por profissionais de saúde. As causas destas reações são investigadas.
A secretaria informou ainda que todo o lote de vacinas de Porto Alegre relacionado a esses casos foi recolhido para verificação.
“Como as reações negativas foram deste lote, nós decidimos recolher todo o lote para investigar. Nós estamos fazendo um acompanhamento dos casos, mas reiteramos a importância de que as meninas façam a vacina”, explica a Secretária.
Até agora, 111 mil meninas já foram vacinadas no Rio Grande do Sul. O número de reações representa 0,002% do total. A meta da campanha é vacinar 206 mil meninas entre 11 e 13 anos, o que representa 85% do público alvo (258 mil meninas).
Vacinação contra o HPV
A campanha de vacinação começou no dia 10 de março em todo o País. A vacina é aplicada, de forma gratuita, em todas as escolas da rede pública, municipal e estadual, e também na rede privada para meninas entre 11 e 13 anos.
A vacinação é recomendada pela Organização Mundial de Saúde (OMS). No entanto, os pais poderão optar por não vacinar suas filhas.
Fonte:
Click RBS RS: Três meninas apresentam reação após vacinação contra o HPV no Estado

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