Estudo Mostra Fraude entre a Indústria Farmacêutica e a OMS na Farsa da Pandemia da Gripe H1N1

Estudo científico mostra conspiração entre a OMS e a indústria das vacinas ao expor supostos especialistas que aconselhavam a OMS e estavam na folha de pagamento da indústria farmacêutica.
Organização Mundial da Saúde (OMS) é o tema de uma investigação que visa descobrir o que realmente aconteceu durante a pandemia global de gripe de 2009, o que levou a dezenas de milhões de pessoas a serem vacinadas para a chamada “gripe suína“. Uma investigação conjunta pelo British Medical Journal (BMJ) e o Bureau of Investigative Journalism (BIJ) já descobriram grandes conflitos de interesse na OMS, onde as empresas de vacinas lucraram muito com a pandemia e a histeria em massa que gerou.
A investigação é focada especificamente no comitê consultivo de emergência, que foi designado para fazer recomendações oficiais à OMS sobre como planejar para a pandemia, que foi repleta de polêmica desde o início. Compondo este painel consultivo estavam indivíduos altamente conectados a empresas farmacêuticas, disseram os jornais científicos BMJ e BIJ, muitos dos quais tinham
interesses financeiros na promoção de medicamentos antivirais e vacinas contra a gripe, que foram associadas a problemas como a narcolepsia e outros distúrbios.
A indústria farmacêutica supostamente investiu US$ 4 bilhões para desenvolver as vacinas contra a gripe que a OMS, mais tarde, empurrou para o público através da propaganda e medo. E a razão pela qual a OMS tão prontamente aceitou essas drogas como respostas viáveis para a pandemia é porque os seus principais conselheiros, muitos dos quais ainda são desconhecidos, porque seus nomes foram mantidos intencionalmente em segredo, trabalharam em nome da indústria da vacina para ver essas drogas empurradas para os holofotos no processo de planejamento de pandemia.
Cientistas-chave que aconselham a Organização Mundial de Saúde (OMS) sobre o planejamento para uma pandemia de gripe havia feito trabalho remunerado para as empresas farmacêuticas que estavam a ganhar com a orientação que eles estavam preparando”, diz um relatório sobre a investigação conjunta. “Esses conflitos de interesses nunca foram divulgados publicamente pela OMS e a OMS rejeitou o inquérito sobre a sua manipulação da pandemia H1N1 como “teorias da conspiração“.
A histeria da pandemia de gripe levou os governos a compra de grandes estoques de medicamentos, vacinas que nunca foram usadas.
O objetivo final, é claro, era convencer o maior número quanto possível de governos de todo o mundo a comprar grandes estoques de medicamentos antivirais como o oseltamivir (Tamiflu) e zanamivir (Relenza), e vacinas como a Pandemrix, para gerar grandes lucros. Algumas dessas drogas nunca tinham tido qualquer comprovação que funcionassem, e muito menos tinham sido provadas seguras, e ainda assim elas foram amplamente distribuídas como a “cura” de emergência para o H1N1.
Ambos o oseltamivir e zanamivir existem desde a década de 1990, mas a FDA (Administração de Alimentos e Drogas dos EUA) e outros reguladores realmente tiveram que esticar os dados frágeis que receberam das duas drogas de seus respectivos fabricantes, a fim de aprová-los. O FDA inicialmente se opôs a recomendar o zanamivir, fabricado pela GlaxoSmithKline, durante a pandemia pois faltavam dados sobre sua segurança e eficácia – a agência mais tarde mudou seu a sua posição.
“Após a revisão Dr. [Michael] Elashoff (ele teve acesso a dados de pacientes individuais e relatórios de estudos resumo), o comité consultivo da FDA votou por 13-4 a não aprovar zanamivir, alegando que ele não foi mais eficaz do que o placebo quando os pacientes estavam em outras drogas como paracetamol“, acrescenta o relatório. “A visão do Dr. Elashoff foi que zanamivir não era melhor do que o placebo – e ele tinha ainda efeitos colaterais.
A pandemia, como a maioria das pessoas já sabe, em última análise, acabou por ser um fracasso completo. Muitas pessoas acabaram rejeitando tanto as drogas e as vacinas que estavam sendo empurrados sobre eles por parte do governo, o que significa que estes medicamentos e vacinas compradas pelos contribuintes estão agora inutilizados e na iminência de expiração em armazéns em todo o globo.

Fontes:
 Natural News: BMJ investigation exposes Big Pharma as conspirator in WHO pandemic flu scam
– Engineeringevil: WHO and the pandemic flu “conspiracies” – The BMJ and the Bureau of Investigative Journalism report that was covered up
– BMJ: WHO and the pandemic flu “conspiracies” [PDF]

Leia mais: http://www.noticiasnaturais.com/2014/03/estudo-mostra-fraude-entre-a-industria-farmaceutica-e-a-oms-na-farsa-da-pandemia-da-gripe-h1n1/#ixzz4NHKiuurk

Vacina Contra HPV é Alvo de Processo Após Paralisia em Adolescente na França

Uma jovem francesa está processando a fabricante da vacina Gardasil, contra o HPV, por efeitos colaterais no sistema nervoso central. Seis meses após ter recebido a segunda injeção da vacina, em 2010, Marie-Oceane, então com 15 anos, foi hospitalizada com diversos sintomas, como perda temporária da visão, paralisia facial e dificuldades para andar.
Segundo Jean-Christophe Coubris, advogado da vítima, relatórios médicos apontaram a relação entre a vacina e as patologias desenvolvidas por sua cliente. A queixa foi apresentada na última sexta-feira em Bobigny, na periferia de Paris. A vítima acusa o laboratório Sanofi Pasteur e MSD, que produz a vacina, de “atentado involuntário à integridade”. A agência nacional francesa de medicamentos (ANSM) também é alvo do processo. “vacina Gardasil teve consequências dramáticas para o meu cliente. Tais efeitos secundários são muito graves e são totalmente negados pelas autoridades industriais e de saúde. Precisamos quebrar essa dupla negação“, diz o advogado.
No início, os médicos fizeram uma ressonância magnética, punção lombar, e eles diagnosticaram ela como tendo esclerose múltipla. Mas após a segunda injeção, eles procuraram uma ligação entre a vacinação e os sintomas e fizeram a declaração“, diz Jean-Jacques Bourguignon.
Outras três mulheres também afirmam terem sido vítimas dos efeitos colaterais do Gardasil. As jovens, com idades entre 20 e 25 anos, foram vacinadas entre 2008 e 2010. Duas delas desenvolveram dermatose crônica e a terceira foi diagnosticada com inflamação da musculatura (polimiosite). Elas pretendem apresentar queixa nos próximos dias. Para a advogada Camille Kouchner, que acompanha as três, “os casos de vítimas doGardasil estão se multiplicando e isso pode se tornar um novo escândalo sanitário”.
Sanofi Pasteur contesta as acusações. O diretor-adjunto do laboratório André Dahlab afirma tratar-se de uma coincidência e que nenhum estudo estabeleceu até agora uma “incidência superior” das doenças desenvolvidas entre as usuárias do Gardasil.

Leia mais: http://www.noticiasnaturais.com/2014/03/gardasil-vacina-contra-hpv-e-alvo-de-processo-apos-paralisia-em-adolescente-na-franca/#ixzz4NHKMLnHT

Brasil Também tem Adeptos do Movimento Antivacina

Apesar deste artigo do MSN Notícias ter em geral um tom pró-vacinas, achei interessante que mostrou também o outro lado, inclusive com profissionais da saúde. E como é informado na matéria, o “movimento anti-vacina entrou no radar do governo” faz tempo. Quem não se lembra na época da vacina da gripe suína, que recebíamos spams diários do Ministério da Saúde com textos repetidos e fora de contexto? Veja abaixo a matéria:

Se nos Estados Unidos, pais que são contra vacinas fazem até festa para as crianças pegarem catapora, aqui no Brasil esse movimento é mais tímido, e o debate se dá muitas vezes em grupos de discussão online.

Excesso de vacinas, desconfiança com suas possíveis reações colaterais e pressão da indústria farmacêutica são alguns dos motivos que levam muitos pais e mães no país a decidirem não vacinar o filho.

Esse movimento anti-vacina entrou no radar do governo, quando uma pesquisa encomendada pelo ministério da Saúde detectou que a média da vacinação no Brasil era de 81,4%, enquanto que na classe A era de 76,3%.

Essa queda no estrato mais alto se dá justamente porque alguns pais não vacinam, o que é um problema grave’, disse à BBC Brasil Jarbas Barbosa, secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde.

Ele cita casos de sarampo que surgiram em 2011, na Vila Madalena (zona oeste de São Paulo), que começaram com uma criança não vacinada por opção da família e que atingiram bebê menores de um ano, já que somente após essa idade é indicada a vacina.
‘É preciso pensar na imunidade coletiva ou doenças já erradicas podem voltar’, diz Barbosa. ‘A criança bem nutrida pode não sofrer com a doença, mas, sim, ser a ponte para o filho da doméstica ou do porteiro sofra com ela.’

Consequências

A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) vê como ‘irresponsável’ essa decisão de não dar as doses às crianças, segundo um de seus membros, o infectologista e pediatra Arondo Prohmann de Carvalho.

‘Orientados de maneira errônea esses pais põem em risco não apenas a própria criança, mas toda a população’, diz, lembrando que mesmo doenças consideradas simples, como catapora e sarampo, podem ter consequências graves em crianças que já sofrem com problemas como doenças pulmonares.

No entanto, para o pediatra e neonatologista Carlos Eduardo Corrêa, ‘é preciso não tornar o consultório uma questão de saúde pública.‘

‘Sarampo, em criança bem nutrida não fica grave. Há o pacto social, mas isso é um elemento a mais na discussão, não te obriga a dar todas as vacinas’, diz o médico, que defende que sejam dadas as vacinas do calendário do governo.

‘Pressão mercantil’

Para a terapeuta floral V., que tem dois filhos, a decisão de aplicar ou não as injeções acabou pendendo que fica longe das vacinas.

‘Meus filhos só tomaram as primeiras doses, depois decidimos não dar mais‘, conta.

‘Já fui muito criticada, principalmente quando eles eram menores, mas ignoro. Nem conto para a minha família. Acredito que com tantas vacinas, estamos criando gerações de imunidade cada vez pior, criando um sistema imunológico burro.‘

Segundo a terapeuta, a decisão vai na linha do princípio de vida da família. ‘Eu e meu marido temos como princípio não ter medo de doença. Acreditamos que ao ter uma alimentação adequada, hábitos mais saudáveis, estamos promovendo a saúde, que é o contrário da doença.’

‘E nunca tivemos provas do contrário. Meus filhos são saudáveis e lidam tranquilamente com as gripes e viroses eventuais.‘

Ela diz não ser contra a vacina, mas, sim, contra a obrigatoriedade de se vacinar e critica o que chama de ‘pressão mercantil’, que faz com que pais deem cada vez mais vacinas e reforços nos filhos.

Se informar

A profissional do turismo P., de São Paulo, diz que mudou de opinião sobre as vacinas à medida que a segunda filha foi crescendo e que foi obtendo mais informações sobre o tema, especialmente na internet.

‘Comecei a questionar tantas vacinas quando a pediatra disse para eu não dar a vacina de rotavírus, porque ela era um medicamento muito recente, que ainda não havia sido muito estudado.‘

Ela defende pesquisar sobre vacinação ao invés de apenas acatar as determinações de saúde pública. ‘É preciso pesquisar os elementos das vacinas, esclarecer os prós e contras. O bom de viver na nossa época é justamente encontrar muita informação disponível’, conta P., que deu as vacinas obrigatórias iniciais nas filhas, mas que não dá mais os reforços, a de gripe (influenza) e não pretende dar na filha a vacina de HPV, que o governo faz campanha atualmente.

Vacinas espaçadas

A opção de não dar as vacinas que não são obrigatórias pelo calendário do governo – caso da varicela (catapora) e da gripe, encontra respaldo na visão de alguns pediatras.

‘Creio que o programa de vacinação da Secretaria da Saúde é correto e suficiente. Mas tenho restrições contra as vacinas fora do calendário’, diz o pediatra e geneticista Jordão Corrêa.

‘Tenho horror à vacina da gripe, vejo muita pneumonia depois de pacientes serem vacinados. Também acho um problema a contra catapora, que pode dar reação, produzindo a mesma bolha da doença só que menos intensidade.‘

O pediatra, que recomenda que seus pacientes sejam vacinados com as doses obrigatórias, conta que já teve pacientes contrários a todos os tipos de vacinas. ‘Não concordo. Acho que essas pessoas deviam, por exemplo, ver os pacientes de pólio internados. É uma doença horrível.‘

No entanto, ele vê problemas na concentração de muitas vacinas nos três primeiros meses da criança.

‘É muita vacina para um bebê. São muitos elementos agressores de uma vez só. Prefiro espaçar um pouco essas doses ao longo dos meses. Se for criança saudável, sem doença crônica, não tem problema. É só não ficar indo em shopping, supermercado, igreja lotada.’


Fontes:
Blog Anti Nova Ordem Mundial: Brasil Também tem Adeptos do Movimento Antivacina
Msn Notícias: Brasil também tem adeptos do movimento antivacina

Leia mais: http://www.noticiasnaturais.com/2014/02/brasil-tambem-tem-adeptos-do-movimento-antivacina/#ixzz4NHCU4t2k

Folha de São Paulo: Os Senões da Vacina Contra o HPV

Veja a seguir a matéria publicada no jornal Folha de São Paulo em 28/Jan/2014.

A partir de março, a vacina contra o HPV entra oficialmente no calendário nacional de imunizações e passa a ser ofertada às meninas de 11 a 13 anos. Até o momento, parece ser uma unanimidade os benefícios da vacina que destina-se a prevenir o vírus HPV, ligado à quase totalidade do câncer do colo de útero.

Não é bem assim. Embora não haja grandes estudos demonstrando a falta de segurança da vacina, existem relatos pelo mundo de doenças graves atribuídas a ela como a síndrome de Guillain-Barré, falência ovariana, uveítes, além de convulsões e desmaios. Isso levou o governo do Japão a não mais recomendar a vacina.

No último congresso de prevenção quartenária, em novembro último, o médico de família e comunidade Rodrigo Lima fez uma apresentação sobre os senões da vacina contra o HPV. Desde então, o assunto tem repercutido nas redes sociais e em grupos de discussão sobre saúde da família.

Lima não é nenhum daqueles radicais dos movimentos anti-vacinas. Fui atrás de cada um dos argumentos que ele utilizou na apresentação e todos me pareceram bem embasados. A seguir, trechos de um texto que Rodrigo Lima escreveu esclarecendo dúvidas que surgiram sobre o assunto:

“Quando a gente pensa na possibilidade de tomar uma vacina para evitar uma doença, eu considero que devemos fazer algumas perguntas:
1) Já temos alguma estratégia efetiva na prevenção da doença? O que a vacina traz de novo?
2) A vacina realmente funciona?
3) Ela é segura?
4) Vale a pena substituir a estratégia anterior pela vacina?

Então, vou tentar organizar uma resposta para as questões.
1 – Já temos alguma estratégia efetiva na prevenção do câncer de colo uterino?

Temos sim. E quase todo mundo conhece: é o famoso papanicolau, ou citopatológico cérvico-uterino (popularmente conhecido como “preventivo de câncer de colo”).

É muito raro uma mulher apresentar câncer se realizar o papanicolau na periodicidade recomendada (anualmente, e após dois exames normais com intervalo de um ano, o exame passa a ser recomendado a cada três anos). Sabem por que? Porque o câncer de colo de útero é uma doença de evolução muito lenta (normalmente em torno de dez anos), e o papanicolau permite que detectemos formas precursoras do câncer (ou seja, alterações na células que AINDA não são cânceres).

O papanicolau está recomendado para as mulheres de 25 a 64 anos, e deve ser realizado inclusive em mulheres que recebem a vacina, pois ela não protege contra todos os tipos de HPV.

Então, se temos um exame confiável, barato e disponível para todas as mulheres do país, o que nos faria mudar de estratégia, partindo para usar uma vacina que NÃO EXCLUI a necessidade de realizar o mesmo exame ao longo da vida? O que esta vacina traz de novo?
2 – A vacina realmente funciona?

Depende. Para que? Vamos lá. O HPV é um vírus transmitido através do contato sexual. Por isso, alguns pesquisadores tiveram uma ideia: se conseguíssemos evitar a infecção pelo HPV não teríamos mais câncer de colo uterino. Faz sentido, certo? Mas essa hipótese tem alguns probleminhas.

O primeiro problema desta hipótese está em como evitar a infecção. A transmissão do HPV é sexual, e basta o contato íntimo mesmo sem penetração para que a passagem do vírus aconteça. Então a melhor maneira de evitar a transmissão seria a abstinência sexual (tem até um estudo clássico neste tema que descobriu que freiras não têm câncer de colo uterino).

Como a abstinência não costuma ser uma prática muito popular então a gente tem que pensar em outra coisa.

Considerando que o vírus vai acabar circulando mesmo por aí, a solução mais óbvia seria vacinar as pessoas contra ele. O problema é que o HPV possui mais de 100 subtipos, e as vacinas ainda não conseguem cobrir todos eles, embora cubram os principais. Isso significa que mesmo que a vacina proteja alguém contra os subtipos que ela cobre, ela ainda permite que outros subtipos provoquem o câncer. Ou seja, ela não dá 100% de certeza de que as mulheres não terão câncer de colo uterino. A propaganda não explica isso, né? Mas é por este motivo que a bula da vacina avisa que a vacinação não exclui a necessidade de que a mulher continue realizando o papanicolau.

E tem mais: nem toda infecção pelo HPV provoca câncer. Na verdade, a minoria delas faz isso. Então mais importante do que se preocupar com a infecção, parece mais importante acompanharmos se a infecção evolui para lesões perigosas ou não, né? Ou seja: dá-lhe papanicolau nessa disputa, ganhando de lavada da vacina.

Outra coisa: a eficácia da vacina foi verificada apenas em meninas sem vida sexual. E o HPV é tão frequente na população que podemos dizer que se alguém já iniciou sua vida sexual, a chance de ter sido contaminado pelo vírus é de quase 100%. Ou seja, se a pessoa não é mais virgem, tomar a vacina não vai fazer nenhum efeito, porque a resposta que ela provoca no organismo não elimina os vírus que já estejam lá, apenas evitaria o contágio. No entanto, muitos médicos têm recomendado a vacina nestas pessoas, o que é contrário até às recomendações do próprio fabricante.

Nem vou discutir os efeitos da vacina na mortalidade, porque nem deu tempo ainda de estudarem isso direito. Como eu falei, o câncer de colo uterino é de evolução muito lenta, e acaba só sendo perigoso para mulheres que não fazem o papanicolau na periodicidade recomendada.

Mas aí algumas pessoas argumentam: “Poxa, ok, mas se ela evitar a infecção já faz algum benefício, né? Afinal de contas, mal não vai fazer.”

Será? Vamos adiante.
3 – Ela é segura?

Há alguma controvérsia. Apontando a segurança da vacina nós temos os estudos feitos pelos fabricantes e as recomendações do CDC (órgão do governo dos EUA). No entanto temos alguns casos de doenças mais graves, ao ponto de existirem processos correndo na França movidos por vítimas da vacina, e casos semelhantes levaram o governo do Japão a não mais recomendar a vacina. Doenças como síndrome de Guillain-Barré, falência ovariana, uveítes, além de sintomas como convulsões e desmaios têm sido associados à vacina, mas esta relação ainda não foi demonstrada em grandes estudos.

Então vamos supor que isso aconteça em uma menina a cada 30 mil que sejam vacinadas (a proporção é baseada nas notificações de efeitos adversos do CDC, chamada de VAERS, e está disponível na internet). Será que compensa o risco, mesmo que seja baixo, de ter uma doença grave, se a vacinação não é melhor do que a estratégia que temos hoje para controlar o câncer de colo uterino (o papanicolau)?
4 – Vale a pena substituir a estratégia anterior pela vacina?

Pra mim não compensa. Só de imaginar uma filha minha com paralisias causadas por uma vacina dessas eu descarto a ideia rapidinho. Pretendo promover uma educação sexual boa para minhas filhas, para que saibam que precisam se proteger usando preservativo (até porque outros problemas como gravidez indesejada, HIV, hepatite B, entre outros, estão batendo na porta o tempo todo). E acima de tudo, demonstrar sempre a importância de fazer o papanicolau na periodicidade recomendada. Se conseguir, duvido que elas sofram deste mal. E sem essa vacina cara e suspeita. Minhas pacientes e suas famílias receberão a mesma recomendação.”

É isso. A intenção de publicar o texto do Rodrigo não é alarmar a população e nem iniciar um movimento contra a vacina que em breve estará na rede pública. É claro que antes de tomar a decisão de incorporar a imunização ao calendário, o governo federal se municiou de informações confiáveis sobre a segurança da vacina. Mas, como tudo na vida, não existe unanimidade. E eu acho importante que os pais tenham informações plurais sobre o assunto.

Fonte:
Folha de São Paulo: Os senões da vacina contra o HPV

Leia mais: http://www.noticiasnaturais.com/2014/02/folha-de-sao-paulo-os-senoes-da-vacina-contra-o-hpv/#ixzz4NHCroIAT

Cientista Expõe as Mentiras da Vacina da Gripe e a Propaganda Alarmista da Mídia

A grande mídia abandonou completamente a ciência em sua propaganda para impulsionar a vacina contra a gripe, deixando inteiramente de mencionar qualquer um dos riscos associados às vacinas. De acordo com quase todas as histórias publicadas na grande mídia, vacinas contra gripe oferecem uma quase certa proteção contra a gripe enquanto tem risco absoluto zero (o risco nunca é mencionado).

Tal posição é completamente anticientífica. Todas as intervenções médicas carregam riscos inerentes, e isto é especialmente verdade quando as vacinas admitidamente contêm mercúrio, MSG, formaldeído e alumínio, todos potentes neurotóxicos químicos ou metais pesados.

É por isso que as vacinas rotineiramente causam convulsões em crianças, febre, vômitos, coma e até morte. O risco disto se tornar conhecido do público é tão grande que nos EUA um tribunal inconstitucional privado chamado “vaccine court” (tribunal da vacina) foi estabelecido, a fim de pagar os pais de crianças prejudicadas pela vacina enquanto os obriga a assinar acordos de confidencialidade para forçá-los ao silêncio (Clique aqui para ver o vídeo surpreendente, em inglês).
Os meios de comunicação que não mencionam riscos da vacina contra a gripe são irresponsáveis e podem causar danos ao público

Qualquer fonte de mídia que publique um artigo empurrando vacinas contra a gripe, sem oferecer uma discussão razoável do risco inerente que possui, está agindo de forma altamente irresponsável, potencialmente colocando milhões de crianças em perigo. Todavia, jornalistas da mídia rotineiramente deixam de discutir os riscos de qualquer natureza das vacinas, quase como se esses riscos não existissem.

Estes jornalistas ou são cientificamente analfabetos e não tem conhecimento de tais riscos, ou eles estão ativamente decididos a censurar tais discussões de suas histórias, conspirando assim com a indústria da vacina para manter o público ignorante de uma intervenção médica que pode lhes causar danos graves ou morte. Tais ações são altamente antiéticas e sugerem a uma completa falta de profissionalismo jornalístico.

Assista ao novo vídeo explicativo de Health Ranger:

Para saber mais sobre propaganda de vacina contra a gripe, mentiras da mídia e do abandono da ciência real pela a indústria de vacinas, assista a este novo vídeo (em inglês):


Merck Falsificou Resultados da Eficácia das Vacinas Contra Caxumba e Sarampo, Dizem Ex-Empregados

Adulterações nos resultados dos testes de vacinas são mais comuns do que imaginamos

Aviso: Não somos contra a teoria da inoculação. Nem contra a ciência. Somos contra a cimência fraudulenta, e é sobre isso todo este artigo. Sarampo e caxumba estão retornando de forma séria aos Estados Unidos, mas médicos e jornalistas, todos fazem o mesmo erro crítico em entender o por que. Eles culpam os “pais que não vacinam seus filhos” como a causa, mas a real causa – como revelado pela denúncia de fraudes por cientistas que trabalham para os maiores fabricantes de vacinas – é que as vacinas contra sarampo e caxumba são projetadas para falhar desde o início. A fraude científica, ao que parece, é uma parte inerente da indústria de vacinas. Como sabemos? Porque denunciantes que trabalhavam na indústria tiveram a coragem de dizer a verdade. Essas pessoas são como Edward Snowdens da indústria da vacina.

Merck falsificou seus resultados da eficácia da vacina contra caxumba, dizem ex-funcionários

A Merck conscientemente falsificou o resultado dos testes da vacina de caxumba para forjar uma “taxa de 95% de eficácia”, dizem ex-virologistas do Merck, Stephen Krahling e Joan Wlochowski em seu chocante documento “False Claims Act“.

Para isso, a Merck adulterou o teste de sangue com anticorpos de animais a fim de aumentar artificialmente o aparecimento de anticorpos no sistema imunitário.

O texto da denúncia do False Claims Act diz:

A Merck também adicionou anticorpos de animais às amostras de sangue para obter resultados mais favoráveis, embora soubesse que o sistema imunológico humano nunca produziria tais anticorpos, e que os anticorpos criados em um cenário de testes de laboratório “não corresponderiam de forma alguma, ou correlacionariam-se, ou representariam na vida real, … com a neutralização do vírus em pessoas vacinadas”, de acordo com a denúncia.

A Merck naturalmente nega as acusações, assim como todas as empresas farmacêuticas negam ter envolvimento em suborno, utilização de crianças em experiências médicas, estarem ligadas a estudos científicos de escritores fantasmas que são publicados em revistas científicas, conspirarem para suprimir a concorrência de medicamentos genéricos e assim por diante.

No entanto, como a história tem mostrado, todas as maiores empresas farmacêuticas estão rotineiramente envolvidas em comportamento criminoso generalizado, incluindo conspiração, fraude, suborno e muito mais.

Stephen Krahling e Joan Wlochowski estão simplesmente dizendo o que nós já suspeitávamos: que a Merck falsifica a eficácia das suas vacinas, afim de mostrar que elas estão aparentemente funcionando quando na verdade elas não estão. Por que uma empresa farmacêutica faz uma coisa dessas? Considere o fato de que a Merck tem tanto motivo quanto oportunidade.

Por que as empresas farmacêuticas projetam vacinas para falhar

O dogma da vacinação é tão profundamente enraizado na mente dos médicos, jornalistas e do público, que se a qualquer momento uma doença transmissível começa a se espalhar, todos saltam imediatamente à falsa conclusão de que “são necessárias mais vacinas.” Isso é quase uma reação nas mentes pavlovianas de lavagem cerebral das massas. “Propagação de doenças = falta de vacinas.” Assim, a propagação da doença na verdade, aumenta as vendas de vacinas .

Epidemias são uma “ferramenta de marketing” para criar demanda para um produto rentável para que as pessoas possam ser convencidas a comprar repetidamente, ano após ano, funcionando ou não. E como você cria essa demanda? Você projeta uma epidemia, certificando-se que seus próprios produtos de vacinas não funcionam. O medo leva as pessoas a se vacinar, então o medo é usado como a principal ferramenta de marketing.

Mas por que esta enganação não foi exposta ainda? Por que os cientistas não anunciaram que a maioria das crianças afligidas com sarampo e caxumba são as mesmas crianças que foram vacinadas? Um estudo mostrou que 97 % das crianças que sofrem com caxumba já tinham sido vacinados contra a mesma. Em 2010, em um surto de caxumba que se espalhou em Nova Jersey, 77% das crianças doentes já haviam sido vacinadas contra a caxumba . O mesmo aconteceu com o sarampo. A maioria dos surtos de sarampo estenderam-se entre aqueles que foram vacinados contra o sarampo. Quando o “surto de gripe suína” varreu a Grã-Bretanha em 2010, verificou-se que 70% das pessoas infectadas já tinham sido vacinadas contra a gripe suína . Longe de proteger as pessoas de surtos de doenças, as vacinas muitas vezes promovem a pandemia que eles afirmam que iria evitar.

Quanto mais fundo você for na indústria das vacinas e sua antigas práticas de fraude científica, falsidade ideológica, imposição de terror e “falsas bandeiras médicas”, mais você percebe a grande fraude que a indústria da vacina se tornou.


Vacinação Pode Causar Doenças Auto-Imunes

Estudo realizado na Universidade de Kobe no Japão demonstra que a repetida aplicação de antígenos através de vacinas causa, a partir da oitava aplicação, uma super-estimulação do sistema imunitário, levando a doenças auto-imunes.

Há relatos de estudos epidemiológicos confirmando suspeitas de que aqueles que são vacinados muitas vezes tem a saúde comprometida a longo prazo, comparado com aqueles que não são vacinados.

Mas o como e o porquê disto nunca fez parte de estudos controlados com animais de laboratório, até este estudo de 2009 na Universidade de Kobe, no Japão.

Este estudo foi relatado e revisados ​​por pares (peer-reviewd) no PLoS Open Journal no final de 2009, mas recebeu pouca ou nenhuma atenção do público. Ele foi trazido à atenção do público muito recentemente pela homeopata e escritora Heidi Stevenson em seu blog Saúde Gaia.

Resumo do estudo japonês

Aqui está a conclusão retirada do estudo da Universidade de Kobe:

“A auto-imunidade sistêmica parece ser a consequência inevitável do excesso de estimulação do sistema imune do hospedeiro, através da repetida imunização com antígeno, a níveis que superam nível crítico da capacidade de se auto-organizar do sistema.” (Grifo nosso).

O objetivo inicial deste estudo, que foi financiado de forma independente, era de compreender como as doenças auto-imunes se desenvolvem, e não havia nenhuma intenção de se provar o perigo ou segurança da vacinação.

Os pesquisadores usaram ratos que foram criados para evitar doenças auto-imunes e os injetou com soluções que continham antígenos. Antígenos geram anticorpos para proteger contra a invasão de organismos patogênicos, e os anticorpos podem voltar-se contra o hospedeiro se começarem a se gerar sozinhos (Nota: auto-gerados no original), causando doenças auto-imunes.

Uma vacinação injeta antígenos, cultivados de vírus enfraquecidos ou mortos, para criar uma resposta imune de anticorpos para esse antígeno, supostamente para a criação de imunidade contra a doença em questão.

Não é muito incomum que as tempestades de citocinas (reações exageradas do sistema imunológico) causem danos a quem foi vacinado. Reações adversas da vacina já causaram danos de invalidez permanente, desordem do espectro do autismo, ou até morte, mais frequentemente do que divulgado publicamente.

Os pesquisadores de Kobe injetaram em ratos repetidamente com antígenos, da mesma forma como as vacinas são administradas a lactentes e crianças, sendo que estes ratos foram criados para não desenvolver doenças auto-imunes, a fim de estudar como um sistema imunológico estaria ligado a doenças auto-imunes.

Eles estavam forçando o sistema imunológico dos ratos para ver até onde aguentariam. Como antígeno injetado foi utilizado o Staphylococcus entertoxin B (SEB).

O relatório do estudo não mencionou o uso de quaisquer adjuvantes, como o esqualeno, utilizado pela primeira vez no Brasil na vacina H1N1, ou conservantes tóxicos, como mercúrio, alumínio e formaldeído, usados ​​em vacinas. Os antígenos foram utilizados sem os aditivos tóxicos normalmente utilizados em vacinas.

Depois de sete injeções, os ratos se recuperaram toda vez com seus sistemas imunológicos intactos. Porém, após a oitava injeção, começaram a surgir problemas com as células-chave da imunidade.

As células danificadas foram observados ao microscópio e mostraram sinais de auto-imunidade precoce. Após repetidas inoculações do antígeno, seus sistemas imunológicos haviam começado a gerar automaticamente anticorpos para reações auto-imunes.

Conclusão

Este estudo deve colocar de molho a noção de que vacinas “verdes”, sem os aditivos tóxicos normalmente encontrados nas vacinas, faria o calendário de vacinação infantil de cerca de 40 vacinas até os 18 meses de idade mais fácil de aceitar.

Os testes em animais em Kobe demonstraram como reações auto-imunes foram criadas em consequência das repetidas inoculações do antígeno, apenas com intervalos de tempo suficiente entre cada injeção para permitir recuperações completas, o que nem sempre acontece no calendário vacinal.

Doenças auto-imunes têm aumentado em quantidade e variedade à medida que o calendário de vacinação infantil aumentou e mais vacinas foram disponibilizadas para as indefesas crianças. Mesmo doenças infecciosas em que as vacinas deveriam supostamente imunizar, aparecem entre os vacinados com mais frequência do que é admitido publicamente.

A base de criação da imunidade, mesmo com a vacinação “verde”, é pior do que falsa, ela pode comprometer a saúde.

Participe da discussão no Fórum Notícias Naturais.

Fontes:
[ESTUDO] PLOS ONE: Self-Organized Criticality Theory of Autoimmunity
Gaia: Vaccinations Inevitably Cause Autoimmune Diseases: PLoS Study
Natural News: The most damning vaccination study not publically disclosed to date



Leia mais: http://www.noticiasnaturais.com/2013/11/estudo-vacinacao-pode-causar-doencas-auto-imunes/#ixzz4NHE7j5Dm