Folha de São Paulo: Os Senões da Vacina Contra o HPV

Veja a seguir a matéria publicada no jornal Folha de São Paulo em 28/Jan/2014.

A partir de março, a vacina contra o HPV entra oficialmente no calendário nacional de imunizações e passa a ser ofertada às meninas de 11 a 13 anos. Até o momento, parece ser uma unanimidade os benefícios da vacina que destina-se a prevenir o vírus HPV, ligado à quase totalidade do câncer do colo de útero.

Não é bem assim. Embora não haja grandes estudos demonstrando a falta de segurança da vacina, existem relatos pelo mundo de doenças graves atribuídas a ela como a síndrome de Guillain-Barré, falência ovariana, uveítes, além de convulsões e desmaios. Isso levou o governo do Japão a não mais recomendar a vacina.

No último congresso de prevenção quartenária, em novembro último, o médico de família e comunidade Rodrigo Lima fez uma apresentação sobre os senões da vacina contra o HPV. Desde então, o assunto tem repercutido nas redes sociais e em grupos de discussão sobre saúde da família.

Lima não é nenhum daqueles radicais dos movimentos anti-vacinas. Fui atrás de cada um dos argumentos que ele utilizou na apresentação e todos me pareceram bem embasados. A seguir, trechos de um texto que Rodrigo Lima escreveu esclarecendo dúvidas que surgiram sobre o assunto:

“Quando a gente pensa na possibilidade de tomar uma vacina para evitar uma doença, eu considero que devemos fazer algumas perguntas:
1) Já temos alguma estratégia efetiva na prevenção da doença? O que a vacina traz de novo?
2) A vacina realmente funciona?
3) Ela é segura?
4) Vale a pena substituir a estratégia anterior pela vacina?

Então, vou tentar organizar uma resposta para as questões.
1 – Já temos alguma estratégia efetiva na prevenção do câncer de colo uterino?

Temos sim. E quase todo mundo conhece: é o famoso papanicolau, ou citopatológico cérvico-uterino (popularmente conhecido como “preventivo de câncer de colo”).

É muito raro uma mulher apresentar câncer se realizar o papanicolau na periodicidade recomendada (anualmente, e após dois exames normais com intervalo de um ano, o exame passa a ser recomendado a cada três anos). Sabem por que? Porque o câncer de colo de útero é uma doença de evolução muito lenta (normalmente em torno de dez anos), e o papanicolau permite que detectemos formas precursoras do câncer (ou seja, alterações na células que AINDA não são cânceres).

O papanicolau está recomendado para as mulheres de 25 a 64 anos, e deve ser realizado inclusive em mulheres que recebem a vacina, pois ela não protege contra todos os tipos de HPV.

Então, se temos um exame confiável, barato e disponível para todas as mulheres do país, o que nos faria mudar de estratégia, partindo para usar uma vacina que NÃO EXCLUI a necessidade de realizar o mesmo exame ao longo da vida? O que esta vacina traz de novo?
2 – A vacina realmente funciona?

Depende. Para que? Vamos lá. O HPV é um vírus transmitido através do contato sexual. Por isso, alguns pesquisadores tiveram uma ideia: se conseguíssemos evitar a infecção pelo HPV não teríamos mais câncer de colo uterino. Faz sentido, certo? Mas essa hipótese tem alguns probleminhas.

O primeiro problema desta hipótese está em como evitar a infecção. A transmissão do HPV é sexual, e basta o contato íntimo mesmo sem penetração para que a passagem do vírus aconteça. Então a melhor maneira de evitar a transmissão seria a abstinência sexual (tem até um estudo clássico neste tema que descobriu que freiras não têm câncer de colo uterino).

Como a abstinência não costuma ser uma prática muito popular então a gente tem que pensar em outra coisa.

Considerando que o vírus vai acabar circulando mesmo por aí, a solução mais óbvia seria vacinar as pessoas contra ele. O problema é que o HPV possui mais de 100 subtipos, e as vacinas ainda não conseguem cobrir todos eles, embora cubram os principais. Isso significa que mesmo que a vacina proteja alguém contra os subtipos que ela cobre, ela ainda permite que outros subtipos provoquem o câncer. Ou seja, ela não dá 100% de certeza de que as mulheres não terão câncer de colo uterino. A propaganda não explica isso, né? Mas é por este motivo que a bula da vacina avisa que a vacinação não exclui a necessidade de que a mulher continue realizando o papanicolau.

E tem mais: nem toda infecção pelo HPV provoca câncer. Na verdade, a minoria delas faz isso. Então mais importante do que se preocupar com a infecção, parece mais importante acompanharmos se a infecção evolui para lesões perigosas ou não, né? Ou seja: dá-lhe papanicolau nessa disputa, ganhando de lavada da vacina.

Outra coisa: a eficácia da vacina foi verificada apenas em meninas sem vida sexual. E o HPV é tão frequente na população que podemos dizer que se alguém já iniciou sua vida sexual, a chance de ter sido contaminado pelo vírus é de quase 100%. Ou seja, se a pessoa não é mais virgem, tomar a vacina não vai fazer nenhum efeito, porque a resposta que ela provoca no organismo não elimina os vírus que já estejam lá, apenas evitaria o contágio. No entanto, muitos médicos têm recomendado a vacina nestas pessoas, o que é contrário até às recomendações do próprio fabricante.

Nem vou discutir os efeitos da vacina na mortalidade, porque nem deu tempo ainda de estudarem isso direito. Como eu falei, o câncer de colo uterino é de evolução muito lenta, e acaba só sendo perigoso para mulheres que não fazem o papanicolau na periodicidade recomendada.

Mas aí algumas pessoas argumentam: “Poxa, ok, mas se ela evitar a infecção já faz algum benefício, né? Afinal de contas, mal não vai fazer.”

Será? Vamos adiante.
3 – Ela é segura?

Há alguma controvérsia. Apontando a segurança da vacina nós temos os estudos feitos pelos fabricantes e as recomendações do CDC (órgão do governo dos EUA). No entanto temos alguns casos de doenças mais graves, ao ponto de existirem processos correndo na França movidos por vítimas da vacina, e casos semelhantes levaram o governo do Japão a não mais recomendar a vacina. Doenças como síndrome de Guillain-Barré, falência ovariana, uveítes, além de sintomas como convulsões e desmaios têm sido associados à vacina, mas esta relação ainda não foi demonstrada em grandes estudos.

Então vamos supor que isso aconteça em uma menina a cada 30 mil que sejam vacinadas (a proporção é baseada nas notificações de efeitos adversos do CDC, chamada de VAERS, e está disponível na internet). Será que compensa o risco, mesmo que seja baixo, de ter uma doença grave, se a vacinação não é melhor do que a estratégia que temos hoje para controlar o câncer de colo uterino (o papanicolau)?
4 – Vale a pena substituir a estratégia anterior pela vacina?

Pra mim não compensa. Só de imaginar uma filha minha com paralisias causadas por uma vacina dessas eu descarto a ideia rapidinho. Pretendo promover uma educação sexual boa para minhas filhas, para que saibam que precisam se proteger usando preservativo (até porque outros problemas como gravidez indesejada, HIV, hepatite B, entre outros, estão batendo na porta o tempo todo). E acima de tudo, demonstrar sempre a importância de fazer o papanicolau na periodicidade recomendada. Se conseguir, duvido que elas sofram deste mal. E sem essa vacina cara e suspeita. Minhas pacientes e suas famílias receberão a mesma recomendação.”

É isso. A intenção de publicar o texto do Rodrigo não é alarmar a população e nem iniciar um movimento contra a vacina que em breve estará na rede pública. É claro que antes de tomar a decisão de incorporar a imunização ao calendário, o governo federal se municiou de informações confiáveis sobre a segurança da vacina. Mas, como tudo na vida, não existe unanimidade. E eu acho importante que os pais tenham informações plurais sobre o assunto.

Fonte:
Folha de São Paulo: Os senões da vacina contra o HPV

Leia mais: http://www.noticiasnaturais.com/2014/02/folha-de-sao-paulo-os-senoes-da-vacina-contra-o-hpv/#ixzz4NHCroIAT

Cientista Expõe as Mentiras da Vacina da Gripe e a Propaganda Alarmista da Mídia

A grande mídia abandonou completamente a ciência em sua propaganda para impulsionar a vacina contra a gripe, deixando inteiramente de mencionar qualquer um dos riscos associados às vacinas. De acordo com quase todas as histórias publicadas na grande mídia, vacinas contra gripe oferecem uma quase certa proteção contra a gripe enquanto tem risco absoluto zero (o risco nunca é mencionado).

Tal posição é completamente anticientífica. Todas as intervenções médicas carregam riscos inerentes, e isto é especialmente verdade quando as vacinas admitidamente contêm mercúrio, MSG, formaldeído e alumínio, todos potentes neurotóxicos químicos ou metais pesados.

É por isso que as vacinas rotineiramente causam convulsões em crianças, febre, vômitos, coma e até morte. O risco disto se tornar conhecido do público é tão grande que nos EUA um tribunal inconstitucional privado chamado “vaccine court” (tribunal da vacina) foi estabelecido, a fim de pagar os pais de crianças prejudicadas pela vacina enquanto os obriga a assinar acordos de confidencialidade para forçá-los ao silêncio (Clique aqui para ver o vídeo surpreendente, em inglês).
Os meios de comunicação que não mencionam riscos da vacina contra a gripe são irresponsáveis e podem causar danos ao público

Qualquer fonte de mídia que publique um artigo empurrando vacinas contra a gripe, sem oferecer uma discussão razoável do risco inerente que possui, está agindo de forma altamente irresponsável, potencialmente colocando milhões de crianças em perigo. Todavia, jornalistas da mídia rotineiramente deixam de discutir os riscos de qualquer natureza das vacinas, quase como se esses riscos não existissem.

Estes jornalistas ou são cientificamente analfabetos e não tem conhecimento de tais riscos, ou eles estão ativamente decididos a censurar tais discussões de suas histórias, conspirando assim com a indústria da vacina para manter o público ignorante de uma intervenção médica que pode lhes causar danos graves ou morte. Tais ações são altamente antiéticas e sugerem a uma completa falta de profissionalismo jornalístico.

Assista ao novo vídeo explicativo de Health Ranger:

Para saber mais sobre propaganda de vacina contra a gripe, mentiras da mídia e do abandono da ciência real pela a indústria de vacinas, assista a este novo vídeo (em inglês):


Merck Falsificou Resultados da Eficácia das Vacinas Contra Caxumba e Sarampo, Dizem Ex-Empregados

Adulterações nos resultados dos testes de vacinas são mais comuns do que imaginamos

Aviso: Não somos contra a teoria da inoculação. Nem contra a ciência. Somos contra a cimência fraudulenta, e é sobre isso todo este artigo. Sarampo e caxumba estão retornando de forma séria aos Estados Unidos, mas médicos e jornalistas, todos fazem o mesmo erro crítico em entender o por que. Eles culpam os “pais que não vacinam seus filhos” como a causa, mas a real causa – como revelado pela denúncia de fraudes por cientistas que trabalham para os maiores fabricantes de vacinas – é que as vacinas contra sarampo e caxumba são projetadas para falhar desde o início. A fraude científica, ao que parece, é uma parte inerente da indústria de vacinas. Como sabemos? Porque denunciantes que trabalhavam na indústria tiveram a coragem de dizer a verdade. Essas pessoas são como Edward Snowdens da indústria da vacina.

Merck falsificou seus resultados da eficácia da vacina contra caxumba, dizem ex-funcionários

A Merck conscientemente falsificou o resultado dos testes da vacina de caxumba para forjar uma “taxa de 95% de eficácia”, dizem ex-virologistas do Merck, Stephen Krahling e Joan Wlochowski em seu chocante documento “False Claims Act“.

Para isso, a Merck adulterou o teste de sangue com anticorpos de animais a fim de aumentar artificialmente o aparecimento de anticorpos no sistema imunitário.

O texto da denúncia do False Claims Act diz:

A Merck também adicionou anticorpos de animais às amostras de sangue para obter resultados mais favoráveis, embora soubesse que o sistema imunológico humano nunca produziria tais anticorpos, e que os anticorpos criados em um cenário de testes de laboratório “não corresponderiam de forma alguma, ou correlacionariam-se, ou representariam na vida real, … com a neutralização do vírus em pessoas vacinadas”, de acordo com a denúncia.

A Merck naturalmente nega as acusações, assim como todas as empresas farmacêuticas negam ter envolvimento em suborno, utilização de crianças em experiências médicas, estarem ligadas a estudos científicos de escritores fantasmas que são publicados em revistas científicas, conspirarem para suprimir a concorrência de medicamentos genéricos e assim por diante.

No entanto, como a história tem mostrado, todas as maiores empresas farmacêuticas estão rotineiramente envolvidas em comportamento criminoso generalizado, incluindo conspiração, fraude, suborno e muito mais.

Stephen Krahling e Joan Wlochowski estão simplesmente dizendo o que nós já suspeitávamos: que a Merck falsifica a eficácia das suas vacinas, afim de mostrar que elas estão aparentemente funcionando quando na verdade elas não estão. Por que uma empresa farmacêutica faz uma coisa dessas? Considere o fato de que a Merck tem tanto motivo quanto oportunidade.

Por que as empresas farmacêuticas projetam vacinas para falhar

O dogma da vacinação é tão profundamente enraizado na mente dos médicos, jornalistas e do público, que se a qualquer momento uma doença transmissível começa a se espalhar, todos saltam imediatamente à falsa conclusão de que “são necessárias mais vacinas.” Isso é quase uma reação nas mentes pavlovianas de lavagem cerebral das massas. “Propagação de doenças = falta de vacinas.” Assim, a propagação da doença na verdade, aumenta as vendas de vacinas .

Epidemias são uma “ferramenta de marketing” para criar demanda para um produto rentável para que as pessoas possam ser convencidas a comprar repetidamente, ano após ano, funcionando ou não. E como você cria essa demanda? Você projeta uma epidemia, certificando-se que seus próprios produtos de vacinas não funcionam. O medo leva as pessoas a se vacinar, então o medo é usado como a principal ferramenta de marketing.

Mas por que esta enganação não foi exposta ainda? Por que os cientistas não anunciaram que a maioria das crianças afligidas com sarampo e caxumba são as mesmas crianças que foram vacinadas? Um estudo mostrou que 97 % das crianças que sofrem com caxumba já tinham sido vacinados contra a mesma. Em 2010, em um surto de caxumba que se espalhou em Nova Jersey, 77% das crianças doentes já haviam sido vacinadas contra a caxumba . O mesmo aconteceu com o sarampo. A maioria dos surtos de sarampo estenderam-se entre aqueles que foram vacinados contra o sarampo. Quando o “surto de gripe suína” varreu a Grã-Bretanha em 2010, verificou-se que 70% das pessoas infectadas já tinham sido vacinadas contra a gripe suína . Longe de proteger as pessoas de surtos de doenças, as vacinas muitas vezes promovem a pandemia que eles afirmam que iria evitar.

Quanto mais fundo você for na indústria das vacinas e sua antigas práticas de fraude científica, falsidade ideológica, imposição de terror e “falsas bandeiras médicas”, mais você percebe a grande fraude que a indústria da vacina se tornou.


Vacinação Pode Causar Doenças Auto-Imunes

Estudo realizado na Universidade de Kobe no Japão demonstra que a repetida aplicação de antígenos através de vacinas causa, a partir da oitava aplicação, uma super-estimulação do sistema imunitário, levando a doenças auto-imunes.

Há relatos de estudos epidemiológicos confirmando suspeitas de que aqueles que são vacinados muitas vezes tem a saúde comprometida a longo prazo, comparado com aqueles que não são vacinados.

Mas o como e o porquê disto nunca fez parte de estudos controlados com animais de laboratório, até este estudo de 2009 na Universidade de Kobe, no Japão.

Este estudo foi relatado e revisados ​​por pares (peer-reviewd) no PLoS Open Journal no final de 2009, mas recebeu pouca ou nenhuma atenção do público. Ele foi trazido à atenção do público muito recentemente pela homeopata e escritora Heidi Stevenson em seu blog Saúde Gaia.

Resumo do estudo japonês

Aqui está a conclusão retirada do estudo da Universidade de Kobe:

“A auto-imunidade sistêmica parece ser a consequência inevitável do excesso de estimulação do sistema imune do hospedeiro, através da repetida imunização com antígeno, a níveis que superam nível crítico da capacidade de se auto-organizar do sistema.” (Grifo nosso).

O objetivo inicial deste estudo, que foi financiado de forma independente, era de compreender como as doenças auto-imunes se desenvolvem, e não havia nenhuma intenção de se provar o perigo ou segurança da vacinação.

Os pesquisadores usaram ratos que foram criados para evitar doenças auto-imunes e os injetou com soluções que continham antígenos. Antígenos geram anticorpos para proteger contra a invasão de organismos patogênicos, e os anticorpos podem voltar-se contra o hospedeiro se começarem a se gerar sozinhos (Nota: auto-gerados no original), causando doenças auto-imunes.

Uma vacinação injeta antígenos, cultivados de vírus enfraquecidos ou mortos, para criar uma resposta imune de anticorpos para esse antígeno, supostamente para a criação de imunidade contra a doença em questão.

Não é muito incomum que as tempestades de citocinas (reações exageradas do sistema imunológico) causem danos a quem foi vacinado. Reações adversas da vacina já causaram danos de invalidez permanente, desordem do espectro do autismo, ou até morte, mais frequentemente do que divulgado publicamente.

Os pesquisadores de Kobe injetaram em ratos repetidamente com antígenos, da mesma forma como as vacinas são administradas a lactentes e crianças, sendo que estes ratos foram criados para não desenvolver doenças auto-imunes, a fim de estudar como um sistema imunológico estaria ligado a doenças auto-imunes.

Eles estavam forçando o sistema imunológico dos ratos para ver até onde aguentariam. Como antígeno injetado foi utilizado o Staphylococcus entertoxin B (SEB).

O relatório do estudo não mencionou o uso de quaisquer adjuvantes, como o esqualeno, utilizado pela primeira vez no Brasil na vacina H1N1, ou conservantes tóxicos, como mercúrio, alumínio e formaldeído, usados ​​em vacinas. Os antígenos foram utilizados sem os aditivos tóxicos normalmente utilizados em vacinas.

Depois de sete injeções, os ratos se recuperaram toda vez com seus sistemas imunológicos intactos. Porém, após a oitava injeção, começaram a surgir problemas com as células-chave da imunidade.

As células danificadas foram observados ao microscópio e mostraram sinais de auto-imunidade precoce. Após repetidas inoculações do antígeno, seus sistemas imunológicos haviam começado a gerar automaticamente anticorpos para reações auto-imunes.

Conclusão

Este estudo deve colocar de molho a noção de que vacinas “verdes”, sem os aditivos tóxicos normalmente encontrados nas vacinas, faria o calendário de vacinação infantil de cerca de 40 vacinas até os 18 meses de idade mais fácil de aceitar.

Os testes em animais em Kobe demonstraram como reações auto-imunes foram criadas em consequência das repetidas inoculações do antígeno, apenas com intervalos de tempo suficiente entre cada injeção para permitir recuperações completas, o que nem sempre acontece no calendário vacinal.

Doenças auto-imunes têm aumentado em quantidade e variedade à medida que o calendário de vacinação infantil aumentou e mais vacinas foram disponibilizadas para as indefesas crianças. Mesmo doenças infecciosas em que as vacinas deveriam supostamente imunizar, aparecem entre os vacinados com mais frequência do que é admitido publicamente.

A base de criação da imunidade, mesmo com a vacinação “verde”, é pior do que falsa, ela pode comprometer a saúde.

Participe da discussão no Fórum Notícias Naturais.

Fontes:
– [ESTUDO] PLOS ONE: Self-Organized Criticality Theory of Autoimmunity
– Gaia: Vaccinations Inevitably Cause Autoimmune Diseases: PLoS Study
– Natural News: The most damning vaccination study not publically disclosed to date



Leia mais: http://www.noticiasnaturais.com/2013/11/estudo-vacinacao-pode-causar-doencas-auto-imunes/#ixzz4NHE7j5Dm

Registradas 12 reações Adversas à Vacina Contra a Gripe Sazonal em Portugal

Doze casos de suspeitas de reações adversas à vacina contra a gripe sazonal foram notificados à autoridade que regula o setor do medicamento, informou o Infarmed.

Este instituto revelou que estas 12 notificações foram recebidas num universo dos 1,3 milhões de vacinas administradas.

Afeções no local de administração, infeções respiratórias, alterações cutâneas, musculares e dos ouvidos (vertigens) constituíram uma grande parte das reações, as quais estão descritas no resumo de características do medicamento.

No anterior período de vacinação foram notificados 13 casos de suspeitas de reações adversas à vacina contra a gripe sazonal.

Fonte:
– Registadas 12 reações adversas à vacina contra a gripe sazonal

A Vacina Contra a Hepatite B é Realmente Segura?

Enquanto o Ministério da Saúde amplia novamente a faixa etária de pessoas que devem ser vacinadas contra a Hepatite B, diversas evidências de seus riscos são ignoradas. Esta ampliação vem aumentando nos últimos anos. Em 2009 a idade limite aumentou de 24 para 29 anos, e agora (2013) esta idade limite aumentou para 49 anos.

Para uma vacinação “preventiva”, a quantidade de complicações associadas à vacinação contra hepatite B são chocantes. Na verdade, uma série de estudos peer-reviewed (revisados por outros cientistas) encontraram uma relação entre a vacinação contra hepatite B e mortalidade infantil, tanto nos EUA como na Europa. Com ligações com a síndrome da morte súbita infantil (SMSI), esclerose múltipla, e inúmeras doenças auto-imunes crônicas, alguns médicos estão se manifestando contra os perigos da vacina contra a hepatite B.

O debate sobre os perigos da vacina contra a hepatite B pode de fato ter chegado ao fim, de acordo com um processo judicial nos EUA. Em um caso em que o tribunal decidiu em favor do autor, que tinha desenvolvido lúpus eritematoso sistêmico como resultado de receber a vacina contra a hepatite B, o governo dos EUA foi forçado a admitir que a vacina levou ao desenvolvimento da doença. O autor da ação morreu antes da decisão ser tomada, foi um marco na luta para descobrir a verdade sobre a injeção da Hepatite B. O Tribunal dos Estados Unidos de Processos Federais informou:

“Tambra Harris … entrou com uma petição para compensação, alegando que ela sofreu algumas lesões como resultado de receber a vacinação. Entre os danos que a requerente alegou ter sofrido como resultado de receber a vacinação contra hepatite B estava um lúpus eritematoso sistêmico (LES) … A quantia de 475 mil dólares na forma de um cheque nominal à requerente administradora do espólio de Tambra Harris“.

A Dra. Jane Orient da Associação de Médicos e Cirurgiões Americanos (AAPS) testemunhou ao Congresso sobre os perigos graves de saúde associados com a inoculação da hepatite B, afirmando: “Para a maioria das crianças, o risco de uma reação vacinal grave pode ser 100 vezes maior do que o risco de hepatite B.“

Com um pouco de pesquisa sobre a transmissão de hepatite B, a vacinação de hepatite B apoiadas pelo governo parece ainda mais desnecessariamente arriscada. Hepatite B é uma infecção viral que atinge principalmente o fígado, e é transmitida através do contato direto com fluidos corporais – principalmente sangue e sêmen. A Hepatite B é transmitida principalmente através de escolhas de estilo de vida, como sexo sem proteção ou uso de drogas intravenosas envolvendo agulhas compartilhadas. Estas não são condições que dizem respeito aos recém-nascidos, ou talvez a maioria das pessoas. Devido à decisão estranha para vacinar recém-nascidos contra a hepatite B e uma série de outros fatores, as pessoas têm por anos questionado a segurança e a eficácia da vacinação contra hepatite B. O O Centro Nacional de Informação Sobre Vacinas (sigla em inglês- NVIC)informou na década de 90, depois que o governo americano começou a promover o uso das vacinas de hepatite B:


“Em números crescentes, pais de todo o país estão entrando em contato com o Centro Nacional de Informações de Vacinas (NVIC) para denunciar oposição à regulamentação a ser decretada por funcionários do departamento de saúde do estado, que exigem legalmente que as crianças sejam injetadas com três doses de vacina contra a hepatite B, antes de serem autorizadas a participar de creches, jardins de infância, escolas primárias, escolas ou faculdades. Ao mesmo tempo, quanto mais escolas e empregadores cederem à pressão das autoridades de saúde do governo e exigirem que as pessoas mostrem provas de terem sido injetados com a vacina contra hepatite B antes de serem autorizadas a terem uma educação ou um trabalho, relatos de graves problemas de saúde após a vacinação contra hepatite B entre crianças e adultos estão se multiplicando”.

Para uma medida “preventiva”, a vacinação contra hepatite B certamente leva um número de riscos extremos. Devido a um sistema imunológico que não está totalmente desenvolvido, bebês recém-nascidos são particularmente sensíveis a substâncias tóxicas, fazendo com que a já arriscada vacina contra a hepatite B seja ainda mais perigosa. Examine a pesquisa, leiam os estudos de uma série de médicos e se eduque antes de vacinar.
Nota blog: foi oferecida no meu trabalho esta vacina, o que me pôs a pesquisar sobre ela. A vacina oferecida aqui é a Engerix B da GlaxoSmithKline (GSK). Existe ainda no mercado a RECOMBIVAX da Merck. Sobre a Engerix B, achei a bula no site da GSK e encontrei algumas informações interessantes:
Limitações da efetividade da vacina

A Hepatite B tem um longo período de incubação (de 6 semanas a 6 meses). A Engerix-B não preveni a infecção da hepatite B em indivíduos que tenham uma infecção de hepatite B não reconhecida no momento da administração da vacina. Além disso, ela não pode impedir a infecção em indivíduos que não conseguem quantidade de anticorpos protetores.

Nos EUA existe um banco de dados aberto ao público que pode ser pesquisado com todas as informações sobre efeitos adversos (o que não temos no Brasil). O sistema Wonder do CDC permite pesquisar os efeitos adversos para todas as vacinas administradas nos EUA.

Fazendo uma pesquisa pela vacina da GSK, descobri que dos 22.669 casos de efeitos adversos reportados no sistema, 10% deles foram considerados sérios. Nos efeitos adversos, encontramos 2 casos de morte cerebral, 42 mortes, 2 mortes neo-natais, 6 mortes súbitas, 152 casos de síndrome de morte súbita infantil (SMSI), 109 casos de autismo, 27 casos de alopécia (perda de cabelo), 152 casos de astenia, 42 casos de parada cardíaca e 20 de parada respiratória, 24 casos de coma, 20 casos de síndrome de GUILLAIN-BARRE, 17 casos de diabetes mellitus. Separando por ano, tivemos 325 mortes após a aplicação da Engerix-B, sendo 66 desde 2009. Também houveram ainda 2.190 casos de morte, risco de morte, invalidez permanente ou hospitalizados. Muitos outras informações alarmantes podem ser extraídos destes dados.

Interessante notar também que na bula é informado que o tempo em que as “cobaias” foram testadas em exames clínicos é de 4 dias. No gráfico abaixo, retirado também do banco de dados WONDER-VAERS, mostra que muitos dos efeitos sérios, como mortes e invalidez permanente, acontecem depois de passados estes 4 dias.


Outro aviso interessante mostrado na bula: “Como os estudos clínicos são conduzidos sob condições muito diferentes, as taxas de reações adversas observadas nos ensaios clínicos de uma vacina não podem ser comparadas diretamente com taxas nos ensaios clínicos de uma outra vacina e podem não refletir as taxas observadas na prática.”

Efeitos adversos da bula

O texto abaixo foi traduzido diretamente da bula:

Os seguintes eventos adversos foram identificados durante o uso (pós-aprovação) da vacina ENGERIX-B. Como esses eventos são relatados voluntariamente por uma população de tamanho desconhecido, nem sempre é possível estimar com segurança a sua frequência ou estabelecer uma relação causal com a vacina.

Infecções e infestações: Herpes zoster, meningite.

Desordens do Sangue e do sistema linfático: trombocitopenia.

Doenças do sistema imunitário: reação alérgica, reação anafilática, choque anafilático. Uma aparente síndrome de hipersensibilidade similar a doença do soro) de início tardio foi relatada dias ou semanas após a vacinação, incluindo: artralgia / artrite (geralmente transitória), febre e reações dermatológicas, tais como urticária, eritema multiforme, equimoses, e eritema nodoso.

Doenças do sistema nervoso: encefalite, encefalopatia, enxaqueca, esclerose múltipla, neurite, neuropatia, incluindo hipoestesia, parestesia, síndrome de Guillain-Barré e paralisia de Bell, neurite óptica, paralisia, paralisia, convulsões, síncope, mielite transversa.

Afecções oculares: conjuntivite, ceratite, distúrbios visuais.

Do ouvido e do labirinto: dor de ouvido, zumbido, vertigem.

Cardiopatias: palpitações, taquicardia.

Distúrbios vasculares: Vasculite.

Doenças respiratórias, torácicas e do mediastino: apneia, broncoespasmo incluindo sintomas tipo asma.

Distúrbios gastrointestinais: Dispepsia.

Afecções cutâneas e subcutâneas dos tecidos: Alopecia, angioedema, eczema, eritema multiforme, incluindo síndrome de Stevens-Johnson, eritema nodoso, líquen plano, púrpura.

Afecções musculosqueléticas e dos tecidos conjuntivos: artrite, fraqueza muscular.

Perturbações gerais e alterações no local de administração: reação no local da injeção.

Investigações: testes de função hepática anormais

Este artigo não tem a pretensão de fazer recomendações médicas. Quero apenas disponibilizar estes dados para que as pessoas possam tomar uma decisão informada na hora que tiverem que escolher entre tomar ou não a vacina da hepatite B.

Fontes:
– Natural News: The hepatitis B vaccine is linked to infant death, multiple sclerosis and autoimmune disorders
– Decisão Judicial Contra a Vacina nos EUA

– AAPS: HEPATITIS B VACCINE
– Child Health Safety: US Government Concedes Hep B Vaccine Causes Systemic Lupus Erythematosus
– Estudo: Prevalence of parental concerns about childhood vaccines: the experience of primary care physicians.
– National Vaccine Information Center: Hepatitis B Vaccine – The Untold Story
– Mercola: Hepatitis B Vaccine
– Bula Engerix B (GSK)
– Bula Recombivax HB (Merk)
– Região Noroeste: Ministério da Saúde amplia vacinação contra Hepatite B
– G1: Vacina contra hepatite B passa a ser distribuída até os 29 anos
– WONDER VAERS – Banco de Dados de Efeitos Adversos de Vacinas



Leia mais: http://www.noticiasnaturais.com/2013/07/a-vacina-contra-a-hepatite-b-e-realmente-segura/#ixzz4NHElHY1M

Cientista da Universidade Johns Hopkins Detona Com a Vacina da Gripe

Um cientista da Universidade Johns Hopkins emitiu um estarrecedor relatório sobre vacinas da gripe no British Medical Journal (BMJ). Peter Doshi, Ph.D., acusa que embora as vacinas estejam sendo empurradas para o público em números sem precedentes, elas são menos eficazes e causam mais efeitos colaterais do que é alegado pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC). Além disso, diz Doshi, os estudos que fundamentam a política do CDC de incentivar a maioria das pessoas para receber anualmente a vacina contra a gripe são muitas vezes estudos de baixa qualidade que não comprovam as alegações oficiais.
A promoção das vacinas contra a gripe é uma das políticas de saúde pública mais visíveis e agressivas nos Estados Unidos, diz Doshi, do Johns Hopkins School of Medicine. As empresas farmacêuticas e funcionários públicos pressionam para vacinação generalizada a cada outono, oferecendo vacinas em farmácias e supermercados. Os resultados têm sido fenomenais. Apenas 20 anos atrás, 32 milhões de doses de vacina contra a gripe estavam disponíveis nos Estados Unidos em uma base anual. Hoje, o total disparou para 135 milhões de doses.
“A vacina pode ser menos vantajosa e menos segura do que tem sido afirmado, e a ameaça da gripe parece ser exagerada“, disse Doshi. Políticas de vacinação obrigatória foram promulgadas, muitas vezes em serviços de saúde, obrigando algumas pessoas a tomar a vacina sob a ameaça de
perder seus empregos.
A principal afirmação do CDC que alimenta o impulso para vacinas contra a gripe a cada ano é que a gripe vem com um risco de complicações graves que podem causar a morte, especialmente em idosos e pessoas que sofrem de doenças crônicas. Esse não é o caso, disse Doshi.
Ao ler atentamente, o CDC reconhece que os estudos que encontram qualquer redução percebida nas taxas de mortalidade podem ser devido ao “efeito do usuário saudável” – que é a tendência para as pessoas saudáveis serem mais vacinadas do que as pessoas menos saudáveis. O único estudo randomizado de vacina contra a gripe em idosos não encontrou nenhuma redução no número de mortes. “Isso significa que vacinas contra a gripe são aprovadas para uso em pessoas mais velhas, apesar da falta de testes clínicos sérios que demonstrem uma redução nas consequências graves“, diz Doshi.
Mesmo quando a vacina contém o tipo de gripe que é predominante, o que não acontece todos os anos, testes randomizados e controlados de adultos saudáveis descobriram que a vacinação dentre 33 e 100 pessoas resultou na diminuição de apenas UM CASO de influenza. Além disso, diz Doshi, não existe nenhuma evidência que mostre esta redução do risco da gripe para uma população específica, nos Estados Unidos entre adultos saudáveis, por exemplo, extrapola em qualquer redução do risco de complicações graves da gripe, tais como hospitalizações ou mortes entre os idosos.
“Para a maioria das pessoas e possivelmente a maioria dos médicos, os funcionários só precisam reivindicar que as vacinas salvam vidas, e supõe-se que deve haver uma pesquisa sólida por trás dele“, diz Doshi. Infelizmente, esse não é o caso, diz ele.
Embora o CDC implica que as vacinas contra a gripe são seguras e não há necessidade de pesar os benefícios contra o risco, Doshi discorda. Ele aponta para um estudo australiano descobriu que uma em cada 110 crianças menores de cinco anos de idade teve convulsões, após a vacinação em 2009 para a gripe H1N1. Investigações adicionais verificaram que a vacina H1N1 também foi associada com um aumento nos casos de narcolepsia entre os adolescentes.
As preocupações de Doshi ecoam as do Dr. Russell Blaylock, um neurocirurgião e autor de “O Relatório de Bem-Estar Blaylock“, que levanta profundas preocupações sobre a segurança e eficácia da vacina contra a gripe.
Não é só a vacina não é segura, Dr. Blaylock diz à Newsmax Health, como também não funciona. “A vacina é completamente inútil, e o governo sabe disso”, diz ele. “Há três razões que o governo diz aos idosos porque eles devem receber vacinas contra a gripe: pneumonia secundária, hospitalização e morte. No entanto, um estudo realizado pelo grupo Cochrane estudou centenas de milhares de pessoas e descobriu que a vacina oferecia proteção zero para essas três coisas. Ela ofereceu pessoas em casas de repouso alguma imunidade contra a gripe – na melhor das hipóteses um terço – mas que foi somente se eles escolheram a vacina certa.”
Um estudo divulgado em fevereiro descobriu que a vacina contra a gripe foi apenas 9 por cento eficaz na proteção de idosos contra a gripe mais virulenta da temporada 2012-2013.
O que é ainda pior é que as crianças pequenas que recebem a vacina contra a gripe não obtêm proteção contra a doença. “O governo também diz que todos os bebês com idade superior a seis meses devem receber a vacina, e eles sabem que ela contém uma dose de mercúrio, que é tóxica para o cérebro,” diz o Dr. Blaylock. “Eles também sabem que os estudos têm mostrado que a vacina da gripe tem ZERO eficácia em crianças menores de cinco anos.”
Para a maioria das pessoas, diz o Dr. Blaylock, as vacinas contra a gripe não previnem a gripe, mas na verdade aumentam as chances de pergar a gripe. O mercúrio contido nas vacinas é um forte depressor imunológico que a vacina contra a gripe suprime a imunidade por várias semanas. “Isso faz com que as pessoas altamente susceptíveis contraiam a gripe“, diz ele. “Eles podem até pensar que a vacina lhes deu a gripe, mas isso não é verdade – ela deprimiu seu sistema imunológico e em seguida eles pegaram a gripe.”
Mercúrio super-estimula o cérebro durante vários anos, diz Dr. Blaylock, e que esta ativação é a causa da doença de Alzheimer e outras doenças degenerativas. Um estudo descobriu que aqueles que recebem a vacina contra a gripe de três a cinco anos aumentam o risco da doença de Alzheimer em 10 (DEZ!!!) vezes.
Doshi afirma que a gripe é um caso de “mercantilização da doença”, em um esforço para expandir mercados. Ele aponta para o fato das mortes por gripe ter diminuido drasticamente durante o meio do século 20, muito antes das grandes campanhas de vacinação começarem no século 21.
Por que as empresas farmacêuticas colocam tanta pressão para a vacinação contra a gripe? “É tudo pelo dinheiro”, diz o Dr. Blaylock. “As vacinas são o sonho de toda empresa farmacêutica. Elas têm um produto que tanto o governo quanto a mídia vai ajudá-los a vender, e uma vez que as vacinas são protegidas legalmente, elas não podem ser processadas se alguém tiver uma complicação por causa da vacina.”
O artigo de Doshi “é um sopro de ar fresco“, diz o Dr. Blaylock. “Este artigo expõe em termos bem definidos e articulados o que tem sido conhecido por muito tempo – que a promoção da vacina contra a gripe é uma fraude”.
“Aqui está a conclusão“, diz o Dr. Blaylock. “O grande número de pessoas que recebe a vacina contra a gripe não vai obter qualquer benefício, mas eles terão todos os riscos e complicações.”

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