Vacinas x Autismo: Carta Secreta do Denunciante do CDC – Mídia Censura Desesperadamente a História Explosiva

O denunciante (whistleblower em inglês) do CDC (Centro de Controle de Doenças dos EUA), que se apresentou com a prova de que o CDC escondeu com conhecimento de causa ​​a evidência científica que liga a vacina MMR ao autismo, agora foi revelado como send William W. Thompson, PhD.
O Natural News teve acesso a uma carta de William Thompson à ex-chefe do CDC Dra. Julie Gerberding, datada em 02 de fevereiro de 2004. A data desta carta é importante porque uma reunião principal do Instituto de Medicina (IoM) sobre a segurança da vacina ocorreu apenas uma semana depois, no dia 9 de fevereiro. (Veja a carta na íntegra abaixo).
Nesta carta, William Thompson diz que “apresentará o resumo de nossos resultados do estudo de controle de casos de autismo no Metropolitan Atlanta“, e lamenta que os dados mostrarão que as vacinas MMR causam um aumento de risco de autismo em bebês em fase inicial afro-americanos. Ele explica: “Eu vou ter que apresentar vários resultados problemáticos relativos às associações estatísticas entre a fórmula da vacina MMR e o autismo.
Ele passa então a implorar à Dra. Gerberding para responder às questões que haviam sido levantadas pelo “representante David Weldon” em relação à integridade dos cientistas do CDC que trabalham no programa de imunização. Ele também explica que o CDC tem escondido a verdade sobre os problemas de segurança documentados a respeito das vacinas dos próprios cientistas da agência, dizendo:
“Eu tenho dito repetidamente às pessoas no National Immunization Program Office of Directors ao longo dos últimos anos, que eles estão fazendo um trabalho muito pobre representando as questões de segurança da imunização e que estamos perdendo a guerra das relações públicas.”
Em resposta a esta carta, o CDC entrou em ação deliberada para alterar retroativamente o resultado do estudo de autismo eliminando arbitrariamente a maioria das pessoas do estudo, diminuindo assim o tamanho da amostra a um pequeno conjunto de dados que não atingiu significância estatística. Este é um caso claro e irrefutável da fraude científica. Esta fraude permitiu que os cientistas do CDC, como Colleen Boyle testemunhasse perante o Congresso que não havia “nenhuma ligação verdadeira” entre as vacinas MMR e o autismo.

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CNN foi pega descaradamente censurando a história do denunciante do CDC  
A grande mídia está fazendo tudo o que estiver ao alcance para tentar apagar da memória esta notícia de última hora. Quando um jornalista cidadão postou os fatos da história em uma página do CNN iReport, a CNN rapidamente a removeu para evitar que o público informe-se com a verdade sobre esse momento extraordinário na história da medicina.
A história já foi repostada em outra página do CNN iReport, a qual será, sem dúvida, censurada e retirada pela CNN rapidamente. Mas aqui está a captura de tela do que esta página mostrava no momento da redação deste artigo:
Todas as outras fontes de notícias da mídia, incluindo o The New York Times, The Washington Post, USA Today, etc, foram ordenados para censurar deliberadamente esta história, assim como o Natural News informou na semana passada. Há uma tentativa desesperada agora em curso para silenciar o denunciante do CDC e varrer toda esta história para debaixo do tapete antes que ela exploda além do controle nos meios de comunicação.
O que a mídia verdadeiramente independente tem a dizer sobre a massiva mídia que esconde
Aqui estão algumas das reportagens independentes sobre o que está ocorrendo agora:
A CNN agora é abertamente cúmplice no apagão da mídia na história em desenvolvimento do denunciante do CDC, o Dr. William Thompson, que se adiantou e revelou que ele tinha participado na preparação de dados tentando minimizar a verdade sobre a toxicidade da vacina MMR em crianças e o aumento do risco de desenvolver autismo. 
Ontem, na página “iReport”, da CNN, a história foi postada. Desde de ontem à noite, o artigo teve 45.232 visualizações, 178 comentários, (na maioria de pessoas literalmente implorando para que a CNN e outros meios de comunicação cobrissem a história), e um escalonamento de 17 mil compartilhamentos. Este é claramente o que chamamos de “digno de notícia “. 

No entanto, a CNN já excluiu a história, alegando que foi “sinalizada” por ser “uma violação” da política do iReport. Violação de quê? Políticas de apaziguamento da CNN em respeito a indústria de vacinas? 
CNN: O nome mais confiável em informação retorcida.
A sede da CNN está à direita da rua do CDC em Atlanta, onde os dados da vacina MMR foram preparados, pisados e enterrados.
Eu acho que é incomodo demais para um repórter ou editor pegar um táxi e ir até lá e fazer algumas duras perguntas.
Bem, realmente não há perguntas a fazer, não é? A CNN e o CDC são os parceiros de dança “já perguntados e respondidos”, que podem ler as mentes uns dos outros.
Vacinas? Nunca conheci alguém que não ama. Os efeitos adversos? Danos? Nunca ouvi falar de tal coisa.
Age of Autism Weekly Wrap: A Torrent of Leaks Reaches Flood Stage
Um Torrencial de Vazamentos Alcança o Estágio de Enchente
William Thompson do CDC, o denunciante para Brian Hooker no estudo MMR e principal autor de um outro sobre o mercúrio em vacinas, provavelmente arruinou mais que as férias de agosto de seus colegas no Hilton Head.
Mais amplamente, estes “vazamentos” no baluarte da sabedoria convencional têm vindo há muito tempo, e não apenas de pessoas internas com informações para compartilhar.
Estou falando de vazamentos tal como todos os pais de crianças do outro lado das estatísticas de risco elevado – injeções de MMR aos 12 meses, doença, regressão, autismo.
Vazamentos como pais que o viram com outras vacinas, em outros momentos – pais que estavam dispostos a compartilhar o que aconteceu para tentar evitar que o mesmo acontecesse novamente.
Vazamentos como o estudo original Verstraeten no CDC que encontrou um alto risco de autismo em crianças que receberam mais acetato de mercúrio no primeiro mês de vida, ao contrário de menos.
Vazamentos como o que o CDC encobriu a crescente taxa do autismo em Brick Township, NJ.
Vazamentos como todas as evidências de populações com pouca ou sem vacina com poucos ou nenhum caso de autismo. Vazamentos como a falta de vontade das autoridades da saúde pública de até mesmo estudar a questão.
Vazamentos como o caso Hannah Poling, onde o governo reconheceu que foi desencadeada pelo autismo, mas enterrado por ofuscação. Vazamentos como o estudo de questões não respondidas mostrando o autismo por todo o lugar em decisões “judiciais” de vacinas sem reconhecimento.
Vazamentos como os pais do SafeMinds identificando o autismo como uma “nova forma de envenenamento por mercúrio” mais do que uma década atrás.
Vazamentos como a conexão entre os primeiros casos de autismo relatados na literatura médica, em 1943, e a exposição das famílias para as novas vacinas com mercúrio etílico e fungicidas.
Vazamentos como o catastrófico caso de amor de meio século entre a indústria médica e o mercúrio, que deveria ter terminado muito antes da onda do autismo começar a levar embora as crianças da América.
Vazamentos como o mais óbvio de todos – a explosão do autismo e o programa de vacinas ao mesmo tempo que o Congresso deu aos fabricantes de medicamentos corruptos da nação um passeio livre no tribunal, um passeio nas costas de crianças prejudicadas pelas vacinas da América e um obstáculo às suas famílias.
Esses vazamentos estão se tornando uma inundação, e a inundação uma onda, assim como a onda do autismo, e a onda está levando embora toda a parede de negação construída pelas mesmas pessoas que agora estão ficando sem dedos das mãos e dos pés para conectá-los a isso.

Fontes:
– Natural News: CDC whistleblower’s secret letter to Gerberding released by Natural News as mainstream media desperately censors explosive story
– CNN iReport: Fraud at the CDC uncovered, 340% increased risk of autism hidden from public– The truth Barrier: CNN Complicit in Media Coverup of CDC Whistleblower– Jon Rapopport´s Blog: CNN iReport on CDC whistleblower spreads like wildfire, then censored– Age of Autism: Age of Autism Weekly Wrap: A Torrent of Leaks Reaches Flood Stage

Leia mais: http://www.noticiasnaturais.com/2014/08/vacinas-x-autismo-carta-secreta-do-denunciante-do-cdc-midia-censura-desesperadamente-a-historia-explosiva/#ixzz4NI0xO7f3

Denunciante Confessa que o CDC Falsificou Dados Para Ofuscar a Ligação entre as Vacinas e o Autismo

Uma conspiração médica de proporções épicas se levanta para derrubar por completo a fraude das vacinas após a revelação de que o Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos EUA censurou e falsificou dados que ligam a vacina MMR (tríplice viral) ao autismo. Um alto pesquisador  do CDC que se tornou whisterblower (denunciante) apresentou a verdade sobre um estudo que o CDC tem usado como prova da segurança da vacina tríplice viral, quando na verdade ele mostra exatamente o oposto.
Falando sob condição de anonimato, o denunciante do CDC disse ao Dr. Brian Hooker da Focus Autism Foundation  (FAF) que um estudo do CDC de 2004, publicado na revista Pediatrics, intitulado “Age at First Measles-Mumps-Rubella Vaccination in Children With Autism and School-Matched Control Subjects: A Population-Based Study in Metropolitan Atlanta” (tradução livre como “Idade na Primeira Vacinação Tríplice Viral em Crianças com Autismo e Pacientes Controle em Idade Escolar: Um Estudo Baseado na População da Atlanta Metropolitana“), contém dados que foram deliberadamente manipulados para esconder a conexão entre a  vacina e o autismo.
Os doutores Frank DeStefano, MD, Marshalyn Yeargin-Allsopp, MD, e Coleen Boyle, Ph.D., todos funcionários do CDC, publicaram o documento em conjunto, que analisou 624 crianças com autismo que vivem em Atlanta na Geórgia. Essas crianças foram avaliadas juntamente com 1.824 crianças sem autismo, as quais foram pareadas por idade, gênero, escola e tempo de vacinação.
Entre os dois grupos, proporções semelhantes de crianças foram vacinadas tanto antes dos 18 meses como antes de 24 meses, com a maior parte tendo sido vacinada entre 12 e 17 meses de idade. E com base nessa análise, os pesquisadores dizem que não encontraram nenhuma ligação entre a vacina MMR e o autismo, uma afirmação que o Dr. Boyle, que atualmente ocupa o cargo de Diretor do Centro Nacional de Defeitos de Nascença e Deficiências de Desenvolvimento do CDC, reiterou durante uma audiência no Congresso dos EUA em 2012.
O CDC alterou o tamanho da amostra do estudo para ocultar a ligação autismo particularmente em meninos negros
A implicação, naturalmente, é que essas descobertas provam de uma vez por todas que a vacina MMR não causa autismo, uma afirmação anunciada pela grande mídia como um fato inegável. Mas de acordo com o denunciante do CDC, nem tudo é o que parece quando se trata do que o estudo realmente encontrou.
Logo no início da pesquisa, foi aparentemente descoberto que os garotos afro-americanos que receberam a vacina MMR aos três anos de idade ou mais jovens eram 340 por cento mais propensos a desenvolver o autismo do que as outras crianças. Isso obviamente não é o que o CDC queria encontrar, uma vez que trai a lealdade que a agência tem com a indústria de vacinas. Assim, o CDC basicamente eliminou através da redução do tamanho do experimento, excluindo as crianças que não tinham uma certidão de nascimento do Estado da  Georgia
Os pesquisadores do CDC excluíram as crianças que não tinham uma certidão de nascimento válida do Estado da  Georgia – reduzindo o tamanho do experimento a ser estudado em 41%“, explica um comunicado de imprensa da FAF nessa descoberta revolucionária. “Pela introdução destes critérios arbitrários da análise, o tamanho do coorte foi drasticamente reduzido, eliminando o poder estatístico dos resultados e negando a forte ligação da  MMR e o autismo em meninos afro-americanos.”
O novo filme do Dr. Wakefield expõe a ligação entre a MMR (vacina tríplice viral) e o autismo encoberto pelo CDC
O que o CDC fez, em essência, foi recriar o projeto do estudo original depois que se descobriu que o original mostrou efeitos adversos associados à MMR. Em outras palavras, o CDC ocultou deliberadamente a verdade sobre a MMR, fabricando um estudo falso após o fato, a fim de chegar ao que parece ter sido um resultado predeterminado.
Os resultados do estudo original apareceram pela primeira vez na revista Pediatrics, que recebe apoio financeiro de fabricantes de vacinas através de publicidade e doações diretas“, acrescenta o comunicado da FAF. “[Este estudo fraudulento] é amplamente utilizado pelo CDC e outras organizações de saúde pública para afastar qualquer ligação entre as vacinas e o autismo – uma desordem neurológica em ascensão“.
Para pessoas como o Dr. Andrew Wakefield, o gastroenterologista britânico que teve sua carreira roubada dele através de descobertas similares, esta revelação é oportuna. A mídia não mais será capaz de afirmar que não existe ligação entre as vacinas e o autismo, como esta grande enganação pelo CDC prova que a MMR não é tão segura como todos nós temos sido levados a acreditar.
“Perdemos 10 anos de pesquisa, pois o CDC está tão paralisado agora por qualquer coisa relacionada ao autismo”, admitiu o denunciante do CDC, que diz lamentar profundamente seu envolvimento anterior no encobrimento da MMR e o autismo. “Eles não estão fazendo o que deveriam estar fazendo, porque eles têm medo de olhar para os problemas que podem estar associados.”
Um novo curta-metragem dirigido pelo Dr. Wakefield fornece uma linha do tempo visual das desconfianças do CDC em relação à vacina MMR (tríplice viral) e o autismo, que liga o experimento original ao hediondo experimento de sífilis em Tuskegee, que foi impingida aos desavisados ​​afro-americanos nos anos 1930.
Você pode assistir o filme de Dr. Wakefield gratuitamente no Vimeo: Vimeo.com. (em inglês apenas)
Temos um Médico Whistleblower Como Edward Snowden?
Jon Rapport 
No momento em que eu me preparo para postar este artigo, eu tenho uma resposta a um pedido que fiz ao congressista da Florida, Bill Posey. Eu pedi uma declaração sobre a crescente acusação que o CDC está encobrindo sobre uma conexão entre o autismo e a vacina. Aqui está o que o deputado Posey tem a dizer sobre este assunto:
Quando se trata de nossos filhos, devemos ter certeza de que qualquer intervenção é tão segura quanto possível, incluindo as vacinas. A integridade científica é um componente chave para dar essa garantia. Vou continuar a pressionar por uma compreensão completa das provas nesta situação. O CDC tem recusado por mais de seis meses para entregar os documentos que eu solicitei a respeito desta questão. Isso não é o tipo de resposta que esperamos de nosso governo.
O deputado foi totalmente bloqueado. Ele pediu ao CDC por dados e o CDC recusou.
Recusa = algo a esconder.
Por que outra razão o CDC ignora o pedido de Posey? Que direito o CDC tem que esconder dados sobre vacinas e autismo?
Em meu artigo anterior hoje, eu destaquei um informante secreto do CDC, que anonimamente afirmou que o CDC escondeu intencionalmente a ligação entre a vacina e o autismo por uma década.
Nas últimas horas, eu descobri alguns fatos sobre ele.
Ele é um pesquisador.
Surpreendentemente, ele ainda trabalha para o CDC.
Ele está pensando seriamente em se apresentar em breve, revelando o seu nome e falar com a imprensa.
CDC ainda não entrou em contato com ele para se explicar, ainda não o demitiu ou tomou qualquer ação contra ele.
Mas o CDC, sem dúvida, sabe quem ele é. Não é nenhum mistério. Pelo que este denunciante revelou, até agora, o CDC poderia facilmente identificá-lo.
whistleblower (delator, denunciante) sabe disso.
Ele tem um advogado. Não está claro se ele pode obter o status de denunciante e proteção.
Eu insisto para ele se apresentar, revelar o seu nome e conversar. Eu insisto que ele diga tudo o que sabe. O público precisa ouvir seu depoimento.
E, neste ponto, a sua melhor proteção é a divulgação. Levante-se. Diga toda a verdade.
Há outros pesquisadores do CDC que seriam severamente impactados pela sua divulgação. Como o whistleblower, eles cobriram a conexão entre a vacina e o autismo. Ao contrário dele, eles não tem admitido isso.
Se este cientista do CDC caminhar para a luz, ele pode causar um incêndio. O CDC vai imediatamente, é claro, rejeitar suas alegações.
Eles certamente diriam algo como: “Sim, é verdade que há dez anos estudamos o autismo e a vacina MMR, mas toda a orientação e padrão dos dados que compilamos tinham que ser considerados, e não apenas uma parte. Nós observamos todos os dados e chegamos à conclusão correta. Não há nenhuma evidência de que a vacina MMR cause o autismo.
O CDC contaria com os seus aliados na imprensa para engolirem toda essa declaração e tratar a história como um pequeno sinal sonoro no radar.
Eles iriam contar com seus aliados para ignorar o que o denunciante está atualmente dizendo: que em um estudo do CDC de 2004, toda uma série de dados importantes e contundentes foram rejeitados e ignorados, deste modo fazendo parecer que não havia nenhuma conexão entre a vacina e o autismo.
Também é bem possível que o CDC vá tentar pessoalmente desacreditar o whistleblower, através de ataques pessoais. Ele está pronto para isso? Será que ele vai resistir a isso?
Ele precisa se apresentar agora, para dissipar qualquer suspeita de que ele foi  preparado para divulgar informações falsas como se fossem verdade, e depois desacreditar os críticos da vacina.
Neste jogo vicioso, tudo é possível.
Meias-confissões não vão levar o dia. Meia-luz e meia-sombra não vão funcionar.
Se ele pode entregar os artigos em pessoa, para que todos possam ver, o escândalo resultante alcançaria até os mais altos escalões do CDC, acertando os executivos que têm servido lá durante os últimos 10 anos.
Ele poderia ir até os níveis mais altos do Departamento de Saúde e Serviços Humanos, e até mesmo o Congresso e a Casa Branca, atual e antiga.
E depois há os fabricantes de vacinas. Eles também teriam de enfrentar muitas questões específicas.
Tendo escrito sobre estas questões há muitos anos, não estou sob a ilusão de que os grandes pesos pesados cumpririam prisão de pena.
Mas uma vez que o jogo é iluminado, você nunca sabe o que vai acontecer.
CDC tem insistido, ao longo do tempo, que eles já provaram que as vacinas nada têm a ver com o autismo.
Mas na terra da internet, existem milhares e milhares de pessoas que sabem melhor e podem falar e escrever a verdade.
Cabe a ele agora.
Segundo o que foi relatado, ele sente grande vergonha e remorso por encobrir os dados contundentes e contribuir para muitos danos humanos e prejuízos, ele tem uma opção.
Ele pode reagir, dizer o nome dele, dizer o que ele sabe até o último detalhe e dizer quem do CDC insistiu que mentiras fossem contadas.
Ele pode incendiar todas essas mentiras.
Ele pode romper o silêncio e se comunicar com o público, que gostaria de ouvir a verdade de um funcionário da agência do governo.

Fontes:


Leia mais: http://www.noticiasnaturais.com/2014/08/denunciante-confessa-que-o-cdc-falsificou-dados-para-ofuscar-a-ligacao-entre-as-vacinas-e-o-autismo/#ixzz4NHyiQ6lw

Além da Fraude do Alumínio na Vacina Infarix, nos Ocultaram Mortes de Bebês

O laboratório GlaxoSmithKline (GSK), que tem um longo histórico de danos e ocultação dos mesmos, produz a vacina Infarix, que provocou a morte de diversos bebes.  Testes em laboratórios independentes mostraram que esta vacina contém ainda mais alumínio do que é descriminado em sua bula:
Associação dos Afetados por Vacinas (AxV) analisou em um laboratório independente os componentes das vacinas administradas a dois bebês mortos após sofrer encefalopatias pós vacinação e foi encontrado mais alumínio (tóxico para o sistema nervoso) do que anuncia a ficha técnica da vacina.
A vacina protagonista dos feitos é a Infarix, conjugada contra vários tipos de vírus. Embora seja gravíssimo que se ocultem da população os componentes reais de um medicamento e a quantidade exata, o que agrava o problema é que não é a primeira vez que esta vacina e este laboratório se encontram em semelhante situação.
– Pedimos que a informação do laboratório chegue à população.
– Advertimos que faltam dados nos estudos públicos da companhia.
– Nós perguntamos se foram avaliadas as mortes pela vacina Infarix antes de serem autorizadas.
– Contamos que parte das autoridades sanitárias evitem as mortes produzidas.
Tudo isso se originou porque Gaspar Llamazares, deputado da esquerda Plural do parlamento espanhol, levou à Câmara várias perguntas ao governo sobre as mortes de bebês relacionadas com este medicamento.
resposta do governo chegou através da Agência Espanhola de Medicamentos e Produtos Sanitários (AEMPS). “Tudo está correto. Não há com o que se preocupar.”
Mas isso foi em março de 2003 e claro que nos preocupamos, as quantidades declaradas de um componente de um medicamento que pode causar problemas de saúde que não coincidem com os reais não é para se preocupar?



Fontes:

– Periodismo Alternativo: Antes da fraude de alumínio na vacina Infanrix e nos escondemos mortes infantis
– Miguel Jara: Fraude a la salud pública en España con la cantidad de aluminio en las vacunas
– Miguel Jara: Antes del fraude del aluminio en la vacuna Infanrix ya nos ocultaron muertes de bebés
– Afectados por Vacunas
– Miguel Jara: Síndrome ASIA: ¿la enfermedad de los daños provocados por adyuvantes de vacunas?
– Infarix Hexa: Product Information (PDF)
– Miguel Jara: Decenas de muertes de bebés asociadas a la vacuna Infanrix hexa de GlaxoSmithKline
– GSK: Confidential to Regulatory Authorities (PDF)
– Miguel Jara: Caso vacuna Infanrix hexa: la información del fabricante ha de llegar a la población
– Miguel Jara: Vacuna Infanrix hexa: No están todos los datos, prosiguen las incógnitas
– Miguel Jara: ¿Se han evaluado las muertes evitadas por la vacuna Infanrix antes de autorizarse?
– Miguel Jara: La Agencia Europea de Medicamentos obvia las muertes de bebés por la vacuna Infanrix
– Miguel Jara: Gaspar Llamazares pregunta al Gobierno por las muertes de bebés relacionadas con la vacuna Infanrix hexa
– Congresso de los Diputados: Respuesta Del Gobierno (PDF)


Leia mais: http://www.noticiasnaturais.com/2014/08/alem-da-fraude-do-aluminio-na-vacina-infarix-nos-ocultaram-mortes-de-bebes/#ixzz4NHz6DGWk

[Bomba] 85% das Vítimas dos Surtos Recentes de Sarampo Já Tinham Recebido a Vacina!

A grande mídia está vertiginosamente engada em uma orgia política de massas sobre o sarampo após o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC) informar que a doença está se espalhando, supostamente em grande parte devido aos viajantes estrangeiros e aos não vacinado. Mas um deslize recente da KYW Newsradio 1060 na Filadélfia revelou que 85 por cento dos casos de sarampo relatados estão de fato ocorrendo em pessoas que já receberam as vacinas.
Catherine J. Frompovich do Activist Post diz que ouviu deixarem escapar a estatística durante um programa recente da KYW 1060, apenas para descobrir que não existe mais qualquer vestígio dela no site de notícias ou em quaisquer transmissões posteriores. Mas a declaração, como ela lembra ele, foi algo do tipo:
Este que é o maior surto de todos os tempos de sarampo na Califórnia desde o sarampo foi ‘erradicado’, devido às vacinas e vacinações, deixou as autoridades de saúde locais perplexas, porque 85 por cento dos que contrairam o sarampo tinham sido totalmente vacinados“.
Frompovich ficou tão surpresa com essa declaração, especialmente porque aparentemente contradiz os dados oficiais do CDC, que ela teve que contar para todos. No entanto, não é de surpreender, visto os surtos anteriores semelhantes, incluindo um grande surto em Nova York, onde 20 pessoas ficaram doentes com sarampo. Destas pessoas, 18, ou 90 por cento, já haviam sido vacinadas contra o sarampo, o que subsidia o valor de 85 por cento admitido pela rádior KYW 1060.
De acordo com o Departamento de Saúde do Estado de Nova York, duas das 20 pessoas infectadas em um recente surto de sarampo em Nova York foram crianças que não tinham sido vacinados por escolha do seu pai“, admite Comcast SportsNet Philadelphia, sugerindo que estas dois crianças não vacinadas foram de alguma forma a causa do surto. No entanto, nenhuma menção é feita da anomalia gritante que 90 por cento das crianças que deveriam ter sido protegidas pela vacina, de fato, não foram protegidas.

Vacinas propagam da doença, e não pessoas não vacinadas

E, no entanto, estes e outros fatos inconvenientes estão faltando nos últimos relatos da mídia sobre os surtos de sarampo, que enganosamente insinuam que as crianças não vacinadas estão espalhando a doença. Na maioria dos casos que envolvem não só surtos de sarampo, mas também a coqueluche (pertussis) e outras doenças infecciosas, é a vacinação, que é responsáveis ​​tanto por pegar como por propagar a doença.
Em todo e qualquer relato de casos de doença infecciosas, deve ser obrigatório ao HHS/CDC, além das autoridades de saúde estaduais e municipais, relatarem o seguinte: (a) se o indivíduo foi vacinado, (b) o(s) tipo(s) de vacina(s), e (c) as datas de vacinação, uma vez que algumas doenças infecciosas podem ser causadas por aquilo que é conhecido como ‘shedding’“, escreveu Frompovich.
Shedding, claro, refere-se à ocorrência comum de crianças vacinadas transportando por aí vírus vivos e expondo outras pessoas a eles durante os primeiros dias após a vacinação. A combinação de sarampo, caxumba e rubéola (vacina MMR), por exemplo, tem um período recomendado de três meses de espera em mulheres grávidas, pois a vacina pode espalhar os vírus vivos para bebês em gestação ainda no útero.
Um estudo realizado nos EUA pela Food and Drug Administration (FDA), publicado nos Anais do jornal da National Academy of Sciences (PNAS) descobriram que um germe associado com a coqueluche persistiu em babuínos vacinados em uma média de até 35 dias após a vacinação com o a vacina acelular, e 18 dias com a vacina de células inteiras.
Quando colocado ao lado de outros babuínos não expostos ao germe, se descobriu que os babuínos vacinados transmitiram (shedding) o vírus e infectaram os outros babuínos, ilustrando claramente que as vacinas – e não pessoas vacinadas – espalharam a doença. espalhou.




Leia mais: http://www.noticiasnaturais.com/2014/07/bomba-85-das-vitimas-dos-surtos-recentes-de-sarampo-ja-tinham-recebido-a-vacina/#ixzz4NI00wuvG

O que é ‘Transtorno do Espectro de Vacinas’ e Por que é Chamado de Autismo?

O Transtorno do Espectro de Vacinas (VSD) é o as transtorno que algumas crianças adquirem ao receberem muitas vacinas muito próximas uma das outras, muitas das quais são combinações de vírus, bactérias e adjuvantes tóxicos. A VSD é propositadamente mal diagnosticada e renomeada como transtorno do espectro do autismo, para que a indústria de vacinas possa continuar com seu regime tóxico que cria clientes para a vida inteira. O calendário vacinal que está levando a uma ampla gama de distúrbios e “espectros” é apenas uma palavra farmacêutica para evitar com que o público olhe diretamente para o problema real, o qual é que nós estamos injetando toxinas no tecido muscular, incluindo alumínio e mercúrio, inúmeras vezes durante os primeiros seis anos de vida de uma criança.
Transtorno do Espectro Vacina está varrendo a nação
Alguns bebês, assim que entram no nosso mundo, recebem vacinas tóxicas que contêm MSG (Glutamato Monossódico) e formaldeído destinados a invocar uma resposta imune, mas, em vez disso, basicamente todo o sistema nervoso do bebê entra em choque. Hoje, o DNA é alterado em laboratórios e misturado com bactérias, vírus vivos, albumina humana e produtos químicos utilizados para embalsamar os mortos, antes de ser injetado até 30 vezes em crianças antes de atingirem a idade de sete anos. 
O complexo industrial médico o chama de um grande transtorno de”espectro”, para que ela possa ser tratada com medicamentos (mais produtos químicos) que nunca curam a criança e, muito provavelmente, criam mais malefícios à saúde.
Os golpes mais comuns
Vacina com vírus vivos de Sarampo: (Attenuvax) Duas injeções são dadas; uma com um ano de idade e outra aos quatro anos de idade. Contém gelatina, sorbitol, cloreto de sódio, soro bovino fetal, proteína do ovo e albumina humana.
Vacina com vírus vivos de Sarampo e Caxumba: (MM-Rvax) injetado em bebês de um ano de idade. Contém gelatina, sorbitol, cloreto de sódio, soro bovino fetal e albumina humana.
Vacina contra Tétano, Difteria e Poliomielite: Cinco injeções dadas entre as idades de dois e seis anos, além de reforços “recomendados” a cada 10 anos. Contém formaldeído e fosfato de alumínio.
DTaP, IPV, HBV e Hib: (difteria, tétano, poliomielite, hepatite B e Haemophilus influenza tipo B) Dada a crianças de dois meses à 12 meses, com reforços em menos de um ano depois. Contém formaldeído e soro bovino fetal.
Vacina Gardasil contra o HPV: (Papilomavírus Humano). Administrado a crianças a partir dos nove para uma doença rara, transmitida sexualmente. Contém uma forma enfraquecida do vírus.
Vacinas contra a gripe: CDC aconselha para não tomar mais de UMA vacina contra a gripe em toda a vida.
O espectro de ingredientes de vacinas tóxicas
Timerosal: O neurotóxico mercúrio que causa o autismo. Existem 25mcg em uma vacina contra a gripe média, embora o limite de segurança da EPA seja de 5 microgramas. Isso é 10 vezes o limite de segurança de uma vez!
Fosfato de alumínio: Aumenta a toxicidade do mercúrio.
Soro bovino fetal: Extraído da pele de vaca. Uma causa da artrite e lúpus.
Sorbitol: Um adoçante sintético que causa problemas gastrointestinais.
Gelatina: Derivado de colágeno da pele e ossos de animais e podem conter BSE, que é doença da vaca louca!
Cloreto de Sódio: Aumenta a pressão arterial.
Proteína de ovo: Pode conter hormônios de crescimento, antibióticos e salmonela.
Albumina humana: Proteína do sangue obtida a partir da mistura de plasma venoso humano, que pode conter doenças.
Formaldeído: Fluido carcinogênico usado para embalsamar os mortos.
MSG: Glutamato monossódico, quando injetado torna-se uma neurotoxina, causando distúrbio do SNC e dano ao cérebro.
Uma em cada 68 crianças tem uma forma do espectro. Questionar as toxinas em vacinas é a primeira ordem do negócio. Você tem VSD? Contacte o seu médico naturopata local. Afinal de contas, há médicos por aí que não acreditam em toxinas injetáveis a fim de construir a imunidade.

Fontes:
– Natural News: What is ‘vaccine spectrum disorder’ and why is it called autism?
– Institute for Vaccine Safety: Components of MMR Vaccine
– Natural News: Merck vaccine scientist Dr. Maurice Hilleman admitted presence of SV40, AIDS and cancer viruses in vaccines
– No Vaccine: Vaccine Ineffectiveness
– Vaccinate your baby
– Natural News: Autism now costs U.S. over $236 billion per year– Natural News: Health Basics: The 11 most toxic vaccine ingredients and their side effects

Leia mais: http://www.noticiasnaturais.com/2014/06/o-que-e-transtorno-do-espectro-de-vacinas-e-por-que-e-chamado-de-autismo/#ixzz4NI0IE2W0

Vacina Contra HPV Pode Causar Cegueira

A vacina contra HPV, diferentemente da suposta segurança declarada pela indústria das vacinas e o governo, pode causar graves efeitos colateraias, inclusive a cegueira. Mostramos um caso específico semanas atrás, neste post apresentamos estudos e dados estatísticos que confirmam a relação entre a vacina HPV e a cegueira.
No post “[VIDEO] Menina de 12 Anos no Ceará Fica Cega Após Tomar Vacina Contra HPV“, vimos o caso da menina Isadora de 12 anos que perdeu a visão após tomar a vacina contra o HPV. As autoridades da saúde, locais e regionais, negaram a relação entre a vacina e a cegueira da menina, e resolvi fazer minha própria investigação, coisa que seria obrigação destas chamadas “autoridades” e “especialistas”.
Ao contrário do que se afirma no vídeo, o efeito da cegueira após a vacina contra o HPV não é novo, e já foi relatado no exterior.
A Woman’s Health Magazine, uma revista sobre saúde da mulher, em uma matéria intitulada “A Vacina HPV: Riscos vs Benefícios“, informa: “Mas milhares de mulheres também relataram problemas mais preocupantes, incluindo fadiga incapacitante, paralisia, cegueira ou complicações auto-imunes, e algumas até morreram, de acordo com dados do CDC e FDA“.
De acordo com o sistema online Wonder do CDC, que faz o registro de eventos adversos relacionados com as vacinas, desde 2006 houve 129 casos de cegueira, sendo 81 cegueira total e o restante parcial ou temporáriaUm estudo de 2014 no Journal of Child Neurology (Jornal de Neurologia Infantil), intitulado “A 16-Year-Old Girl With Bilateral Visual Loss and Left Hemiparesis Following an Immunization Against Human Papilloma Virus“, cuja tradução livre seria  “Menina de 16 anos de idade com perda visual bilateral e hemiparesia esquerda após imunização contra vírus do Papiloma Humano“, informa que:
Houve apenas quatro casos de desmielinização do sistema nervoso central relatados na literatura associada a razoavelmente nova vacina tetravalente contra o vírus do papiloma humano (Gardasil) … É possível que o vírus do papiloma humano tenha sido o agente precipitante para o evento desmielinizante no paciente em particular. É tentador especular se pode haver um mecanismo imune específico iniciado com o vírus do papiloma humano ainda não identificado. Que resultou não só na encefalomielite desmielinizante aguda, mas também em um curso clínico incomum.
Um outro estudo de 2006, “CNS demyelination and quadrivalent HPV vaccination“, tradução livre de “Desmielinização do Sistema Nervoso Central e Vacinação contra HPV“, parece abrir uma possibilidade bem grande da vacina ter causado a cegueira na menina:
A vacinação é geralmente considerada segura em doentes com esclerose múltipla (MS). Relatamos cinco pacientes que apresentavam síndromes desmielinizantes multifocais ou atípicas no prazo de até 21 dias da imunização com a vacina quadrivalente contra o vírus do papiloma humano (HPV), Gardasil. Embora a população alvo para a vacinação, mulheres jovens, tenham um risco inerente alto para esclerose múltipla, a relação temporal com eventos desmielinizantes nestes casos pode ser explicada pelas propriedades imuno-estimulantes potentes de partículas semelhantes a vírus de HPV que estão contidas na vacina.
Fontes:

França Abre o Debate sobre Possíveis Danos do Alumínio da Vacina Contra o HPV

O uso de adjuvantes de alumínio em vacinas contra o HPV e os benefícios desta, serão objetos de escrutínio e debate científico aberto em 22 de maio de 2014, na França. Os interessados de ambos os lados do debate sobre a vacina terão a oportunidade de apresentar seus estudos aos membros do Parlamento Francês, ao Senado do país vizinho Espanha, às autoridades sanitárias, aos profissionais médicos e ao público.
Tudo isso é possível graças ao esforço realizado por parte da E3M, uma organização não governamental de pacientes com miofascite macrofágica (MMF) e a Parliamentary Office for Evaluation of Scientific and Technological Choice (OSTA), segundo informa o grupo de trabalho SaneVax.
A MMF é uma lesão com presença de sinais de alumínio observada no lugar em que a pessoa recebeu previamente uma vacina que contem alumínio (uma espécie de “tatuagem” residual que a vacina deixa).
O alumínio está presente em muitas vacinas em forma de hidróxidofosfato ou de fosfohidróxido. Os coadjuvantes estão presentes em vacinas para aumentar o efeito imunológico e, em alguns, para assegurar a efetividade.
Alguns pesquisadores informaram sobre diversas reações adversas provocadas por vacinas que contem alumínio, entre elas: reações no local da injeção com enrijecimento, abcessos estéreis, nódulos subcutâneos, inflamação granulomatosa e eritema, assim como síndrome progressiva denominada miofascite macrofágica que comentamos e que está caracterizada pela perda de massa muscular e exaustão.
Depois de vários ensaios em crianças menores, as vacinas com hidróxido de alumínio causaram mais eritema e enrijecimento que as vacinas sem adjuvantes (sem alumínio) 1.
Parece que o governo francês se importa suficientemente com a saúde e o bem estar de seus cidadãos como ouvir ambas as partes em um debate aberto sobre a vacina contra o papilomavírus humano (HPV), o mesmo “debate” que os demais funcionários de saúde do governo de outros países afirmam que não existe, entre eles a Espanha e o Brasil.
Os funcionários do governo francês estão dispostos a ouvir as vítimas que tem sofrido reações adversas após a vacinação; Eles estão dispostas a ouvir os cientistas e os profissionais médicos que tem conduzido a investigações para averiguar por que algumas pessoas são propensa a experimentar reações adversas após receber esta e outras vacinas.
A França está abrindo o caminho para a segurança das vacinas. Os governos de outros países escutam as pessoas afetadas pela vacina? Os governos de outros países patrocinam um debate científico aberto?
Como explica Alicia Capilla, presidente da Asociación de Afectadas por la Vacuna del Papiloma (AAVP):
Esperamos que nosso governo também atenda nossas petições e já que no prazo de dois meses a AAVP solicitou uma reunião urgente com o Ministério da Saúde. A primeira foi negada, a segunda petição, todavia, ainda não nos responderam.
Isso ocorre na França, como dissemos. Na Espanha, assim como no Brasil,  parece não interessar quaisquer crítica a esta vacina.


Fontes:
– Notícias Naturais: França Abre o Debate sobre Possíveis Danos do Alumínio da Vacina Contra o HPV
– Periodismo Alternativo: Francia abre el debate sobre posibles daños del aluminio de la vacuna del papiloma
– Miguel Jara: Francia abre el debate sobre posibles daños del aluminio de la vacuna del papiloma

Leia mais: http://www.noticiasnaturais.com/2014/05/franca-abre-o-debate-sobre-possiveis-danos-do-aluminio-da-vacina-contra-o-hpv/#ixzz4NHLf8eOI