Taxa de Mortalidade é 50% Maior com Mais Doses de Vacinas Simultâneas

As mortes de crianças por múltiplas doses vacina só pode ser chamado de carnificina. Este estudo demonstra que dar de 5 a 8 doses de uma vez em vez de 1 a 4 doses resultou em um acréscimo de 51.750 até 103.500 mortes de crianças nos últimos 20 anos. Nota: Estes dados se referem apenas aos Estados Unidos, no Brasil estes dados ainda são guardados a sete chaves.
Um novo estudo usando dados do sistema de monitoramento de efeitos adversos de vacinas – Vaccine Adverse Events Reporting System do governo dos EUA (VAERS) – mostra que quanto mais vacinas dadas ao mesmo tempo, mais provável que mais crianças morram ou sejam hospitalizadas. As taxas aumentadas são altamente significativas, com uma chance 50% maior de morte com a duplicação do número de vacinas e mais de 100% de aumento nas hospitalizações.
É sabido que o sistema VAERS contem apenas uma pequena percentagem de todos os 
eventos adversos de vacinação. Como GS Goldman e ponto NZ Miller ressaltam:
[A] Um estudo confidencial conduzido por Connaught Laboratories, fabricante da vacina, indicaram que é provável que os eventos adversos de vacina sejam sub-notificados 50x menos.”. Conforme David Kessler, ex-comissário do FDA, “apenas cerca de um por cento de eventos graves [reações adversas a medicamentos] são relatados”.

Assim, o aumento da mortalidade e hospitalização sofridos por crianças, como resultado direto de um esquema agressivo de vacinação, com até 9 vacinas dadas em um dia, é um grande número de crianças. Se, de acordo com relatório do estudo acima, apenas 1 a 2 de cada 100 eventos adversos é relatado, os números relatados pelo sistema VAERS precisam ser multiplicados por 50 a 100!

No entanto, como este estudo demonstrou, informações importantes sobre os perigos da vacina ainda pode ser verificadas através da execução de análises estatísticas dos dados fornecidos.

O gráfico abaixo, produzido pelo estudo, mostra a taxa de hospitalização traçada contra o número de vacinas. Os linhas solidas diagonais mostram a regressão linear calculada para para os dados. Você pode ver que chega pertodo número específico de internações para cada ano.


O oulier (em vermelho, que mostra um valor atípico) referencia internações por uma dose única vacina. Isto é provavelmente explicada por uma combinação de fatores. Um é que as primeiras vacinas são geralmente administradas de uma vez no hospital pouco depois do nascimento. Os recém-nascidos estão em maior risco. Além disso, muitos pais se recusam a continuar a vacinação, ou recusam vacinas múltiplas, após uma reação inicial grave.
O R2 refere-se à probabilidade de que a linha de regressão é um bom ajuste para os dados. R2 de 0,91 é muito bom. Perfeito seria 1,00. Assim, é provável que o gráfico mostre a realidade: quando aumenta o número de doses de vacina, o número de hospitalizações aumenta dramaticamente, a partir de 10% dos relatos com 2 doses do VAERS até mais de 20%, com 8 doses.

Abaixo está a tabela de taxa de mortalidade por número de doses:


É interessante notar que o número de mortes de crianças devido ao número de doses de vacina aumenta dramaticamente com 5. As razões disto são desconhecidas, mas pode ter a ver com as vacinas específicas administradas ou simplesmente ser relacionada com os efeitos aditivos de toxinas nas vacinas. Isto não foi analisado neste estudo.

Os dados importantes foram circulados em vermelho. Eles mostram os números reais de mortes, o número de notificações de eventos adversos, e as taxas de mortalidade para 1-4 vacinas (tomadas ao mesmo tempo) combinadas e todos os relatos de eventos adversos de vacinas 5-8 combinadas.

Ao olhar para a tabela, é bastante claro que algo está acontecendo com doses crescentes de vacinas dadas ao mesmo tempo. Você pode ver que há um enorme salto na mortalidade com a quarta vacina, saltando por um fator de 3,88, de 42 para 163 mortes. O método estatístico do estudo não esclareceu este fato, nem demonstra que o aumento é quase tão grande com a quinta dose de vacina, indo de 163 para 523, ou seja, 3,21 vezes mais crianças morrendo.

A segunda quatro doses de vacina, de 5-8, estão resultando em mortes de 50% a mais do que as quatro primeiras doses, 1-4. Quando considerar também a probabilidade de que há 50-100 vezes mais reações adversas do que o relatado, o que este estudo revela é assustador:

1.458 mortes em 5-8 doses – 423 mortes em 1-4 doses = 1.035 mortes a mais ao dobrar o número de doses.


Multiplique isto por 50 (de acordo com o estudo sobre a sub-notificação dos efeitos adversos) e temos 51.750 mortes adicionais simplesmente para dar 5 a 8 doses de vacinas de uma vez, ao invés de 1 a 4 doses.
Se o sub-registro verdadeiro é o dobro (apenas 1% reações adversas), então o número real de mortes de crianças em excesso seria 103.500.

Isso considerando apenas as mortes causadas pela quinta a oitava dose. Ele elimina as mortes causadas pelas quatro primeiras doses. Estas somariam 21.150 se o VAERS incluir 2% des reais efeitos adversos, e 42.300 se incluir apenas 1%. Adicionando os números juntos nos dá um total de 145.800 crianças que morreram como resultado direto de vacinas 1990-2010, apenas nos EUA.

isto é uma carnificina que pode ser colocado diretamente na porta de nosso agressivo programa de vacinação.

Se você quer ter seus filhos vacinados, pelo menos insistam em apenas doses individuais separadas pelo tempo suficiente para garantir que não haja efeito cumulativo. É clara pelos dados aqui que doses de vacinas múltiplas, que se tornaram padrão, são responsáveis por um grande número de mortes em crianças.


Fontes:
– [ESTUDO] Relative trends in hospitalizations and mortality among infants by the number of vaccine doses and age, based on the Vaccine Adverse Event Reporting System (VAERS), 1990–2010
– Gaia health: Mortality Rate 50% Higher with More Vaccine Doses

Leia mais: http://www.noticiasnaturais.com/2013/06/estudo-taxa-de-mortalidade-e-50-maior-com-mais-doses-de-vacinas-simultaneas/#ixzz4NHFuWRZy

Vacina Contra Gripe Suína Deixa 800 Jovens com Doença Incurável. E no Brasil?

Os leitores antigos do blog Anti-NOM devem se lembrar sobre a cobertura completa que fizemos sobre a chamada “pandemia da gripe suína” e suas vacinas, onde mostrávamos algumas verdades que a mídia nacional, juntamente com as “autoridades” da saúde, insistiam em esconder. Algumas de nossas publicações e denúncias agora começam a ser aceitas pela mídia corporativa.
No artigo que saiu no Estadão (retirado de um outro artigo da agência Reuters), copiado abaixo, mostra como centenas de crianças estão apresentando um quadro grave de narcolepsia, e que até mesmo o pesquisador contratado pela GSK reconhece que a vacina Pandemrix foi a causa do aumento de casos. Sobre a ligação entre a vacina contra a gripe suína e a narcolepsia em particular, já havíamos publicado em outubro de 2010 uma notícia sobre a Finlândia ter suspendido a vacinação após um grande aumento de casos de narcolepsia, isto a mais de 2 anos…
De acordo com uma matéria de um jornal português: “Os cientistas ainda estão a pesquisar o que, na vacina, pode deflagrar a doença. Alguns sugerem que é o adjuvante, chamado de AS03“. O AS03 é um adjuvante baseado no esqualeno, que estava proibido e foi autorizado a ser utilizado na vacina contra a gripe suína. Interessante também é que é a própria GSK que está financiando o estudo que irá concluir se há ou não ligação entre a vacina e os casos de narcolepsia. Hummm, sei…
Achei interessante a afirmação na matéria do estadão de que “O Ministério da Saúde afirma que essa vacina não foi utilizada no Brasil“, mas não falou que a que foi aplicada no Brasil contém o mesmo adjuvante AS03 que se suspeita ser o causador da narcolepsia. De acordo com minhas pesquisas anteriores, a GSK foi sim uma das fornecedoras de vacina para o vírus H1N1 no Brasil. Esta notícia mostra que a GSK vendeu mais de 40 milhões de vacinas para o Brasil, e este Diário da União mostra que as vacinas foram adquiridas da ID BIOMEDICAL CORPORATION OF QUEBEC, uma subsidiária da farmacêutica britânica GSK desde 2005. Neste estudo, que fala das vacinas contra gripe AH1N1 aplicadas no Brasil, mostra que a vacina da GSK no Brasil é a AREPANRIX e que esta também contém o mesmo adjuvante esqualeno AS03:
(Vacina Influenza A (H1N1)/2009  (AREPANRIX)  – vírus like-v,  com 3,75 mcg de hemaglutinina/dose de 0,5ml, produzida pelo LABORATÓRIO GLAXO SMITHKLINE, com adjuvante AS03 (composto de esqualeno 3, DL-atocoferol e polissorbato 80). Frascos com 10 doses de 0,5ml, contendo como excipiente: Tiomersal (45mcg/dose 0,5ml), cloreto  de sódio, fosfato de sódio dibásico, fosfato de potássio monobásico, cloreto de potássio e água)
Interessante ainda que nenhum veículo de comunicação no Brasil (até onde pude ver) citou o fato de que o artigo original da Reuters informava de que um estudo estava sendo feito com a vacina da GSK utilizada no Brasil (Arepanrix). Também deixaram de informar partes do artigo original, onde
A GSK está financiando um estudo no Canadá, onde sua vacina com adjuvante Arepanrix, semelhante a Pandemrix, foi usada durante a pandemia de 2009-2010. O estudo não será concluída até 2014, e alguns especialistas temem que ele pode não lançar muita luz já que as vacinas eram semelhantes, mas não exatamente a mesma.
Para se ter uma ideia do problema causado por esta doença veja a descrição dos efeitos nesta garota de apenas 14 anos (traduzido da matéria do Reuters): “Emelie Olsson é atormentada por alucinações e pesadelos. Quando ela acorda, ela está muitas vezes paralisada, incapaz de respirar corretamente ou pedir ajuda. Durante o dia, ela mal consegue ficar acordada, e muitas vezes falta à escola ou deixa de se se divertir com os amigos. Ela tem apenas 14 anos, mas às vezes ela se pergunta se sua vida vale a pena viver.”
…
Emilie precisa de um coquetel de drogas para tentar controlar os sintomas da narcolepsia. O estimulante Ritalina e o remédio para dormir Sobril são prescritos para a sonolência diurna e terrores noturnos de Emelie. Depois, há o Prozac para tentar estabilizá-la e limitar suas cataplexias (atonia muscular súbita que provoca a queda do doente, que fica consciente, mas incapaz de falar ou de se mexer, o que é uma experiência assustadora.).

“Isso é uma das coisas que me faz sentir muito desconfortável”, explica ela. “Antes de eu ter esta doença eu não tomava pílulas, e agora eu tenho que tomar muitas -.. Talvez para o resto da minha vida. Não é bom tomar tantas medicações, especialmente quando você sabe que elass têm efeitos colaterais”
Bem, e no Brasil? Seria interessante ver algum estudo sobre a incidência desta doença no Brasil, tendo em vista que 40 milhões de pessoas foram vacinadas com uma vacina similar do mesmo fabricante.
Estadão: Vacina deixa 800 jovens com doença incurável (link)
Pelo menos 800 crianças na Europa desenvolveram narcolepsia, desordem incurável do sono, após receberem em 2009 a vacina Pandemrix, da britânica GlaxoSmithKline (GSK), contra a gripe suína. A doença causa sonolência profunda. Aumentos expressivos nos casos de narcolepsia foram observados em países como Suécia, Finlândia, Noruega, Irlanda, França e Grã-Bretanha. A agência de vigilância da Europa decidiu que a Pandemrix não deverá mais ser usada em pessoas com menos de 20 anos.
O chefe de vacinas da GSK disse que a farmacêutica “está comprometida a investigar as causas”, mas acrescenta que não há dados para comprovar uma ligação de causalidade entre a vacina e os surtos de narcolepsia.
Mas outros, entre eles Emmanuel Mignot, especialistas em narcolepsia que está sendo pago pela GSK para investigar o caso, afirmam que, apesar da necessidade de mais pesquisas, as evidências apontam para essa conclusão. “Não tenho dúvidas de que a Pandemrix aumentou a ocorrência de narcolepsia em crianças”, disse Mignot, da Universidade de Stanford.
A Pandemrix foi dada a 30 milhões de pessoas em 47 países durante a pandemia mundial de gripe suína de 2009-2010. Os primeiros casos de narcolepsia em pessoas que receberam o imunizante começaram a ser detectados em agosto de 2010.
Uma dessas pessoas é a sueca Emelie Olsson, hoje com 14 anos, que vem sofrendo com pesadelos e alucinações e tem grande dificuldade de ficar acordada, chegando a perder aulas e atividades sociais.
Os cientistas não sabem como a vacina e os surtos estão ligados nem se há suscetibilidade genética em algumas pessoas que facilite o desenvolvimento da enfermidade. O Ministério da Saúde afirma que essa vacina não foi utilizada no Brasil.
Diário Digital: Doença do sono incurável afecta 800 crianças que tomaram vacina contra H1N1 (link)
Cerca de 800 crianças europeias desenvolveram narcolepsia – uma doença incurável que causa crises de sono incontroláveis durante o dia – após terem recebido a vacina Pandemrix, contra o vírus da gripe H1N1 («gripe suína»), produzida pela GlaxoSmithKline.
A jovem Emelie Olsson, de 14 anos, é uma delas. Ela tem dificuldade em manter-se acordada durante o dia e perde aulas com frequência por causa do problema. Ao acordar, por vezes fica paralisada, com falta de ar e sem conseguir pedir ajuda. Além disso, tem pesadelos e alucinações.
Países como a Finlândia, a Noruega, a Irlanda e a França também registaram um aumento nos casos de narcolepsia em crianças após a implementação da vacina. Por causa disso, a agência reguladora de remédios europeia decidiu restringir o uso da vacina em jovens abaixo dos 20 anos.
O médico responsável pela área de vacinas da GlaxoSmithKline, Norman Begg, afirmou que a companhia está comprometida em solucionar a questão, mas também disse que ainda não há uma evidência científica suficiente para associar a vacina à doença.
Já para o médico Emmanuel Mignot, da Universidade de Stanford (EUA), considerado um dos maiores especialistas em narcolepsia do mundo, não há dúvidas de que a vacina fez aumentar a ocorrência de narcolepsia. Mas ele concorda que ainda é preciso fazer mais pesquisas.
Mais de 30 milhões de pessoas de 47 países receberam a vacina da Glaxo entre 2009 e 2010. A companhia diz que 795 pessoas foram diagnosticadas com narcolepsia na Europa desde o início do uso da vacina.
Os cientistas ainda estão a pesquisar o que, na vacina, pode deflagrar a doença. Alguns sugerem que é o adjuvante, chamado de AS03. Outros, que é o próprio vírus H1N1 o responsável por causar narcolepsia em pessoas geneticamente predispostas.
Mas os especialistas concordam que é preciso cautela para não gerar pânico na população. «Ninguém quer ser o próximo Wakefield», disse Mignot, referindo-se ao médico britânico Andrew Wakefield, que perdeu a sua licença após ter associado a vacina contra sarampo, papeira e rubéola ao autismo.
Equipas independentes já publicaram estudos revistos por outros especialistas na Suécia, na Finlândia e na Islândia. Todos eles mostraram que o risco de narcolepsia aumentou de sete a 13 vezes entre as crianças que tomaram a vacina, em comparação com as que não tomaram.
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Leia mais: http://www.noticiasnaturais.com/2013/06/vacina-contra-gripe-suina-deixa-800-jovens-com-doenca-incuravel-e-no-brasil/#ixzz4NHFcsvZW

Menino que Ficou com Sequelas Causadas por Vacina Recebe Indenização na Justiça

Para quem acha que os danos causados pelas vacinas ficarão para sempre escondidos e negados, existe este caso, do menino Emerson, que pode provar o contrário e que existe uma luz no túnel para as muitas famílias que tiveram a vida destruída devidos aos efeitos colaterais das vacinas.

No Rio Grande do Sul, na cidade de Canudos do Vale, o menino Emerson teve uma reação à terceira dose da vacina tríplice bacteriana, com convulsões e febre alta, que deixaram o menino com graves sequelas, como pode ser visto no vídeo mais abaixo. Após muito tempo tentando chegar a um diagnóstico, apesar das seguidas negativas dos médicos que sempre insistiam que o problema não havia sido causado pela vacina, a família conseguiu o diagnóstico de Encefalopatia Epilética Pós-Vacinal. A doença afeta o sistema neurológico e a coordenação motora.

Como seria de esperar, a reportagem faz uma constante apologia, sempre sugerindo que a chance de acontecer seria mínima, de 1 em milhão. Isto é claro, levando em conta que são pouquíssimas as famílias que não aceitam a rápida resposta dos médicos que os problemas não teriam sido causados pelas vacinas.

A família procurou reparação e a justiça federal deu ganho de causa a família com a indenização de 200 mil reais e uma pensão de dois salários mínimos mensais. A União tentou se defender afirmando que as reações e sequelas apresentadas pelo menino não haviam sido causados pela vacina, mas o juiz federal entrevistado garante que o estudo feito durante o processo provou o contrário.

Levando em conta que o Ministério da Saúde guarda debaixo de sete chaves os dados relativos aos efeitos colaterais causados pelas vacinas, só podemos concluir que esta proporção de um para um milhão, apresentada pelas autoridades médicas, deve ser muito menor do que a realidade. Este vídeo é de 2010, mas é muito importante para que as pessoas conheçam os riscos reais que existem por traz da vacinação. Apesar de existir estudo que sugere a direta proporção entre a quantidade de vacinas e a taxa de mortalidade infantil, o Brasil continua sendo o país com calendário vacinal mais carregado de todo o planeta (mais de 36) e que continua aumentando a cada ano. A indústria farmacêutica agradece.

Veja a reportagem abaixo:

Fontes:
Via Legal: Estado deve indenizar criança que ficou doente após receber vacina

Leia mais: http://www.noticiasnaturais.com/2012/09/menino-que-ficou-com-sequelas-causadas-por-vacina-recebe-indenizacao-na-justica/#ixzz4N7QrB19a

Estudo: Vacina Contra a Gripe Suína Aumenta 17 vezes a Chance de Narcolepsia

Os danos a longo prazo para a saúde causadas pela farsa da grande “pandemia” de gripe H1N1 de 2009, e particularmente a campanha de vacinação em massa que a acompanhou, já estão se tornando aparente na forma de uma desordem auto-imune. Uma nova revisão publicada na revista Public Library of Science ONE confirma que Pandemrix, a vacina contra a gripe suína produzido pela gigante farmacêutica GlaxoSmithKline (GSK), é responsável por causar um aumento de até 1700 por cento na narcolepsia entre crianças e adolescentes com menos de 17 anos de idade. A narcolepsia é um distúrbio do sono caracterizado por uma sonolência excessiva e por ataques de sono em lugares inapropriados.

Baseado em suas descobertas, um grupo de cientistas da Finlândia determinou que as taxas de narcolepsia aumentaram significativamente após as campanhas de vacinação em massa com a vacina Pandemrix. Dados compilados revelaram que entre 2002 e 2009 a taxa de narcolepsia entre as crianças menores de 17 anos foi de 0,31 a cada 100 mil. Mas em 2010, esse número saltou para 5,3 a cada 100 mil, o que representa um aumento de 17 vezes.

Da mesma forma, a pesquisa compilada por Markku Partinen do Clínica do Sono de Helsinki e Nohynek Hanna, do Instituto Nacional de Saúde e Bem-estar da Finlândia, sendo que ambos também estavam envolvidos na nova pesquisa, determinou uma relação entre a Pandemrix e a narcolepsia. Se descobriu também que
as crianças não vacinadas com Pandemrix tiveram um risco de 1300 por cento a menos de desenvolver a narcolepsia em comparação com as crianças que foram vacinadas com a Pandemrix.

Mas porque o tema da controvérsia é uma vacina, os pesquisadores foram rápido para injetar várias advertências em suas descobertas que desvia parte da culpa para outras causas potenciais. Em sua conclusão “amaciada” e politicamente correta, os pesquisadores disseram que “consideram que é provável que a vacinação com a Pandemrix contribuiu, talvez em conjunto com outros fatores ambientais, para este aumento em crianças geneticamente suscetíveis.”

Mas as descobertas são fortes o suficiente para fazer com que oficiais da saúde na Grã-Bretanha começassem a sua própria investigação sobre a Pandemrix causa narcolepsia em crianças. Embora a Agência de Proteção da Saúde (HPA) do Reino Unido declarou que a vacina contra a gripe sazonal não está ligado a narcolepsia, a agência está preocupada que Pandemrix seja de uma espécie diferente, e que não é necessariamente segura para as criança.

Em 2009 foi confirmado que a narcolepsia é realmente uma desordem auto-imune caracterizada pela falta de células cerebrais que são responsáveis pela produção de hipocretina, um hormônio que promove o despertar. Com base nesses resultados, que foram publicados na revista Nature Genetics, parece que a vacina Pandemrix pode ser realmente responsável por estimular o sistema imunológico a destruir células vitais produtoras de hormônio em crianças pequenas.

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Cobrimos aqui neste blog em 2010 que a Finlândia havia suspendido a vacinação contra o H1N1 depois do grande aumento de casos de narcolepsia.

Fontes:
Natural News: Swine flu vaccines cause 17-fold increase in narcolepsy, horrified scientists discover
Estudo: AS03 Adjuvanted AH1N1 Vaccine Associated with an Abrupt Increase in the Incidence of Childhood Narcolepsy in Finland
Estudo: Increased Incidence and Clinical Picture of Childhood Narcolepsy following the 2009 H1N1 Pandemic Vaccination Campaign in Finland
Science Daily: Narcolepsy Is An Autoimmune Disorder, New Research Shows
Wikipedia: Narcolepsia



Leia mais: http://www.noticiasnaturais.com/2012/04/estudo-vacina-contra-a-gripe-suina-aumenta-17-vezes-a-chance-de-narcolepsia/#ixzz4N7QCsoWo

Vacinas x Autismo: EUA Recompensou Secretamente por Danos pela Vacina 83 Crianças que Ficaram Autistas


O Governo dos EUA sempre negou a ligação entre autismo e vacinas. No entanto, o governo americano secretamente recompensou no Juizado Especial da Vacina mais de 83 famílias com crianças autistas, admitindo desta forma a correlação entre autismo e vacinas. Aqui está um estudo sobre esta questão.

Por mais de 20 anos, o governo federal negou publicamente uma ligação entre a vacina e o autismo, mas ao mesmo tempo, seu “Programa de Compensação por Lesões Causadas Por Vacinas” (VICP) pagou indenizações por danos de vacinas para crianças com lesão cerebral, convulsão e autismo. Uma nova investigação, com base em dados verificáveis do governo, traz novas informações ao controverso debate sobre a ligação entre as vacinas e o autismo. A investigação revelou que um número substancial de crianças recompensadas por danos da vacina também tinham autismo e que esses casos que já existiam desde 1989, um ano após o VICP ter sido formado.

O Diretor Executivo da SafeMinds, Lyn Redwood, comentou: “Este estudo muda dramaticamente o debate sobre autismo e vacinas. A questão não é mais se é possível que as vacinas causem o autismo? A resposta é clara. Agora, temos de perguntar: Quantos casos de autismo as vacinas causaram e como nós podemos prevenir novos casos?” O governo tem afirmado que “não monitora” a ocorrência de autismo entre aqueles lesados por vacina. O SafeMinds responde que não procurar é a maneira mais fácil de não encontrar coisa alguma. SafeMinds está pedido uma imediata investigação federal nos mecanismos de lesão nestas crianças em um esforço de proteger outras crianças contra futuros danos, e pede também a ação do Congresso para
reformar o VICP.

O estudo peer-reviewed analisou os casos de lesão por vacinas que foram recompensados monetariamente pelo Programa Federal por Danos de Vacinas. O estudo foi publicado duas semanas atrás no jornal acadêmico Pace Environmental Law Review. O estudo investigou aproximadamente 1.300 casos de lesão cerebral infantil como resultado de vacinas em que o Juizado Especial da Vacina deu o ganho de causa para os demandantes, em busca de referências ao autismo, sintomas de autismo ou desordens comumente associadas ao autismo. O estudo mostrou que 21 casos realmente mencionavam “autismo ou os sintomas como os do autismo” nos registros do tribunal. Os pesquisadores então identificaram e contataram as mais de 150 famílias recompensadas pelo tribunal para descobrir se as crianças tinham autismo. Eles foram capazes de encontrar um adicional de 62 casos (superior a 40% de sua amostra) totalizando 83 casos de autismo. Em 39 casos (47%) houve confirmação de autismo, além do próprio reporte dos pais.

O governo federal americano tem chamado o autismo de uma “emergência de saúde nacional”, que afeta pelo menos 1 em cada 110 crianças e custa ao país bilhões de dólares a cada ano. Se uma parcela destes casos de autismo são induzidas pelas vacinas e houver evidências de que os funcionários fizeram “vista grossa”, isto não pode ser tolerado. A recente tentativa do VICP de recusar mais de 5.000 casos do Omnibus Autism Proceedings é suspeito à luz destas novas descobertas com base em seus próprios registros.

Fontes:
* [ESTUDO] Unanswered Questions from the Vaccine Injury Compensation Program: A Review of Compensated Cases of Vaccine-Induced Brain Injury (PDF)
* Vigilant Citizen: Government Secretly Settled 83 Vaccine-Autism Cases in the Last 20 Years
* Pr News Wire: 83 Cases of Autism Associated with Childhood Vaccine Injury Compensated in Federal Vaccine Court
* Safeminds Press-Release



Leia mais: http://www.noticiasnaturais.com/2011/05/vacinas-x-autismo-eua-recompensou-secretamente-por-danos-pela-vacina-83-criancas-que-ficaram-autistas/#ixzz4N7PqD8Vr

Japão Suspende Vacinação Pneumocócica e Hib Após Morte de Crianças

No início de março de 2011, as autoridades japonesas ordenaram aos médicos parar de usar as vacinas Pneumocócica e a Hib (contra o Haemophilus influenzae, que causa meningite e que vai na vacina tetravalente), porque quatro crianças morreram depois de receber as injeções. No entanto, a verdadeira notícia nunca foi relatada: mais de 2.000 bebês morreram nos Estados Unidos após terem recebido as vacinas para essas mesmas doenças, mas apesar disto as autoridades recusam-se a alertar os pais e parar a produção. Uma revisão de segurança é fundamental para determinar se um “recall” destas perigosas vacinas é necessário para proteger os bebês americanos de incapacidade e morte. No Brasil por sua vez, as informações de mortes acontecidas após a aplicação de qualquer vacina é mantida em segredo, como já revelei neste outro post.

Foi noticiado em um blog da Forbes que de acordo com Paul Offit, o porta-voz da indústria de vacinas “o Ministério da Saúde japonês fez uma tolice ao suspender o programa de vacinação da Hib e pneumocócica“. Offit acha que as mortes foram causadas provavelmente por SIDS (síndrome de morte súbita infantil), ou condições subjacentes, ou outra causa – qualquer coisa, exceto as vacinas. Muitas vezes, as crianças adoecem e morrem por acaso, de acordo com Offit.

William Schaffner, diretor do departamento de medicina na Vanderbilt University School of Medicine, acredita que, como Offit, que as mortes são “muito provavelmente … uma coincidência“. Em um toque de ironia, pode ser também uma coincidência que Schaffner recebe dinheiro de fabricantes de vacinas – cujos preços das ações caíram após o anúncio pelo Japão – como consultor e para falar sobre as vacinas. Offit e Schaffner nunca viu as crianças que morreram, nem as autópsias que foram realizadas. Sendo assim, suas avaliações sobre a verdadeira causa da morte não são baseadas na ciência.

Segundo Shelly Burgess, porta-voz do FDA, o FDA e o CDC “não detectaram novos problemas de segurança ou padrões de relatos incomum.” Isso é estranho, porque o “Vaccine Adverse Event Reporting System” (VAERS), operada em conjunto pela FDA e CDC, já recebeu mais de 59.000 relatos de reações adversas relacionadas com as vacinas contra Pneumocócica e a Hib durante os últimos anos. Mais da metade desses casos – 30.094 – necessitaram de internação hospitalar, com 2.169 mortes. Cerca de 95 por cento dessas mortes foram em crianças menores de três anos de idade.

Claro que no Brasil é impossível afirmar qualquer coisa, pois como já reportei anteriormente, os números dos efeitos adversos no Brasil são mantidos a sete chaves, com a população deixada no escuro à merce dos criminosos laboratórios farmacêuticos.

Nos últimos cinco anos, entre 2006 e 2010, 17.595 pessoas nos EUA tiveram reações adversas com as vacinas Pneumocócica e Hib, e 464 destas pessoas morreram depois de receber estas vacinas. Devemos também salientar que estes números representam apenas os relatos a efeitos adversos “oficiais”. O ex-chefe da FDA, David Kessler, estimou que para cada relato oficial de uma reação adversa a um medicamento, cerca de 100 outras pessoas tiveram também problemas, mas não fizeram o relato.

No Japão, a maioria das vacinas não são necessárias, portanto as malucas táticas coercitivas utilizadas por funcionários de vacina americanos para vacinar todas as crianças dos EUA e adultos não é universal. Na verdade, as crianças japonesas recebem apenas as vacinas contra a pólio e a tríplice. Vacinas Pneumocócica e Hib foram recentemente adicionados ao calendário japonês, mas são opcionais. Compare isso com o sobrecarregado, perigoso e lucrativo esquema vacinal infantil dos EUA (e também do Brasil): os bebês devem receber várias doses de vacinas contra a pólio, DTP, hepatite B, Pneumocócica, Hib, o rotavírus e a gripe.

Em resumo, quatro crianças japonesas morreram depois de receber vacinas e o Ministério da Saúde japonês imediatamente interrompeu o programa de vacinação. Autoridades de saúde dos EUA declararam esta ação como “tolice”, embora provávelmente tenha salvo a vida de muitos bebês. Nos Estados Unidos, milhares de pessoas morreram após receberem vacinas para estas mesmas doenças, mas as autoridades não dão a mínima. Autoridades dos EUA (e do Brasil) acreditam que as crianças são dispensáveis, um alvo de mercado garantido, a ser utilizado para benefício comercial. A incapacitação e a morte de cidadãos após terem recebido as vacinas obrigatórias são apenas tratados como o custo de fazer negócios.

Fontes:
Natural News: More than 2,000 vaccinated babies died: The cost of doing business
Forbes: Don’t Be Frightened By Japan’s Vaccine Scare
Channel New Asia: nfant death vaccines reveal ‘no concerns’ in US
CBC News: Japan halts pneumonia shots after 4 child deaths
VAERS: Vaccine Adverse Event Reporting System

Leia mais: http://www.noticiasnaturais.com/2011/05/japao-suspende-vacinacao-pneumococica-e-hib-apos-morte-de-criancas/#ixzz4N7PX1ltN

Documentário: Vacinação: A Verdade Oculta

“Vacinação: A Verdade Oculta” é um filme produzido em 1998, mas nunca foi tão atual. Em um momento que somos instruídos no Brasil a arregaçar as mangas e tomar a vacina, mais do que nunca é necessário mostrar a realidade por trás das vacinas.

O que eu acho que vai acontecer durante essa atual campanha de vacinação é que não só a vacina H1N1 será desmascarada, mas como também a população irá abrir os olhos para a triste realidade por trás das vacinas em geral.

Vários pontos são abordados neste filme. Autoridades da saúde brandam aos sete ventos como a vacina erradicou várias doenças. Neste filme é mostrado como várias doenças já vinham diminuindo antes do início das campanhas de vacinação, ou como o diagnóstico das doenças mudaram de forma a diminuir os casos estatisticamente.

Mostra também como as vacinas podem levar consigo vírus de outros animais, que podem chegar ao ponto de geneticamente combinar com os genes humanos. Alguns dias atrás eu reportei neste blog como um DNA de um vírus de porcos foi encontrado na vacina Rotarix da GSK, um dos fornecedores da vacina contra o H1N1. Esta é uma possibilidade plausível, ainda mais no caso de uma vacina que foi produzida em tempo recorde.

Outro caso mostra como as vacinas em cachorros tem mostrado que após algumas gerações a vacinação tem afetado cada vez mais a sua saúde. O que pode ser acontecer também com os seres humanos em mais algumas gerações.

Abaixo a descrição no site do filme:
Este é um chocante, mas extremamente e eternamente informativo documentário. O filme “Vacinação – A Verdade Oculta” (1998), onde 15 pessoas incluindo o Dr. Viera Scheibner (pesquisadora PhD), cinco médicos, entre outros pesquisadores e pais, revelam o que realmente está acontecendo em relação às doenças e vacinas. Com tanta promoção do governo e dos médicos para o uso da vacinação como prevenção das doenças, ironicamente os fatos importantes aqui apresentados são provenientes de pesquisas peer-reviewed da medicina ortodoxa, da qual um total de mais de 100.000 páginas foram estudadas pelos entrevistados. O resultado é uma exposição condenante da ineficácia das vacinas e de seus efeitos, muitas vezes prejudiciais. Isso mostra que a mídia, os departamento de saúde e os estabelecimentos médicos não dizem a verdade para os pais. O médico Dr. Mark Donohoe confessa que “é um problema para mim fazer parte de uma profissão que está sistematicamente mentindo para as pessoas. “ Saiba como as vacinas provaram tanto ser inúteis como ter efeitos prejudiciais para a saúde e como se acredita erroneamente muitas vezes que elas são obrigatórias (nos EUA) .
Muitas pessoas simplesmente se recusam a acreditar na verdade, independentemente de quão evidente ela é, mas a documentação impecável apresentada neste fantástico vídeo mudou a opinião de muitos que o viram.
O vídeo apresenta respostas bem documentado para perguntas como:
* Foi realmente as vacinas que nos salvaram?
* Por que eles são apenas contraproducente?
* Como muitas estatísticas são enganosas?
* O que as vacinas contêm?
* O que elas estão fazendo para nossos órgãos, o sistema imunológico, mesmo em nossos genes? * São doenças da infância realmente perigosas para as crianças saudáveis?
* Por que a vacinação continua?
* Quais são os nossos direitos?
* Os danos da vacina pode ser avaliado e combatido?
* Qual é a verdadeira chave para a imunidade?
O vídeo coloca a fundamental questão de saber se devíamos estar tentando evitar as doenças da infância em primeiro lugar, na medida em que elas contribuem para o desenvolvimento de um sistema imunológico saudável. Se o que o vídeo diz é verdade, porque a vacinação é tão fortemente pressionada pelas autoridades do governo?
No vídeo, o Dr. Viera Scheibner, que estudou quase 100.000 páginas de pesquisa médica ortodoxa de vacinação, adverte:
“Levou quase três anos de pesquisa antes de nos entreolhararmos e dizer ‘As vacinas estão matando bebês’… É um fato bem documentado que a incidência e a mortalidade por doenças infecciosas diminuíram 90% bem antes mesmo de qualquer vacina ter sido introduzida
Dr. Archie Kalokerinos, autor do livro “Toda segunda criança”:
“Então era óbvio que eu, e qualquer outros médico, tinhamos sido grosseiramente enganados… Foi claramente demonstrado que as únicas pessoas que tiveram varíola duas vezes tinham sido vacinados.”
Se você estiver na posição frustrante de querer informar o seu cônjuge, amigos e / ou familiares sobre a vacinação, mas eles não leriam a literatura apropriada, então este vídeo é o ideal. Este vídeo é claro, lógico e revelador. Todo médico deveria assistir e responder a ele.

Abaixo o vídeo completo em português.


Leia mais: http://www.noticiasnaturais.com/2010/11/filme-vacinacao-a-verdade-oculta/#ixzz4N7P1ESqW